Ferreira Gullar branda: Vamos errar de novo?

Por Ferreira Gullar

FAZ MUITOS ANOS já que não pertenço a nenhum partido político, muito embora me preocupe todo o tempo com os problemas do país e, na medida do possível, procure contribuir para o entendimento do que ocorre. Em função disso, formulo opiniões sobre os políticos e os partidos, buscando sempre examinar os fatos com objetividade.

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A ditadura Dilma

Por Guilherme Fiuza

A opinião pública brasileira chegou a um estado inédito de letargia. Do alto de seus quase 80% de aprovação, Lula pode dizer qualquer coisa. O bom entendedor está arrepiado.

Em sua excitação de Midas eleitoral, com a candidata fantasma disparando nas pesquisas, o presidente fala pelos cotovelos – e seus cotovelos andam dizendo barbaridades.

A mais grave delas, para variar, passou despercebida. Reclamando do Senado Federal, que lhe foi menos servil do que ele desejava, Lula anunciou:

“Penso em criar um organismo muito forte, juntando todas essas forças que nos apóiam, para que nunca mais a gente possa permitir que um presidente sofra o que eu sofri”.

A declaração feita num palanque em Recife, onde o presidente tornou-se uma espécie de semideus, é um escândalo. Ou melhor: seria um escândalo, se o Brasil não vivesse nesse atual estado de democracia anestesiada.

Lula está anunciando um “organismo” político para neutralizar o Congresso Nacional. É o presidente da República, de viva voz, avisando que as regras da democracia não servem mais. Quer usar a ligação direta com as massas para enquadrar o Senado. O mais famoso autor de uma idéia desse tipo foi o führer Adolf Hitler.

Se o Brasil não estivesse imerso no sono populista, Lula teria que ser convocado imediatamente ao Congresso para explicar que “organismo” é esse.

As cartas estão na mesa, e são claras. Todas as tentações autoritárias da esquerda S.A. estão fervilhando com a disparada de Dilma, a candidata de proveta, na corrida presidencial. Chegou a hora de submeter o Congresso, a imprensa e as leis à República dos companheiros.

Luiz Inácio falou, Luiz Inácio avisou: está sendo urdida uma força para-estatal para dar poderes especiais ao governo Dilma.

A vitória no primeiro turno seria o passo inicial do arrastão. Depois viria a Constituinte petista, com a enxurrada de “controles sociais” e “correções democráticas” que o país já viu sair das conferências xiitas bancadas por Lula.

Brasil, divirta-se com a brincadeira de votar na mamãe. Depois comporte-se, porque o organismo vem aí.

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Perfil dos ministros de Dilma (caso ela seja eleita)…

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Isto é uma quadrilha e seus membros são quadrilheiros: simples assim…

Descobriram que o funcionário da Receita Federal que quebrou o sigilo financeiro da filha de José Serra é filiado ao PT. Ocorre que alguns dias depois de descobrirem isso, o diretório municipal que guardava os arquivos foi assalatado. Abaixo a matéria do Jornal Nacional que DEMONSTRA claramente que essa cadeia de acontecimentos é promovida por gente que merecuia estar trancafiado ek uma cadeia, e não disputando eleição…

Abaixo uma nota divulgada pelo PT pouco tempo depois da “casa cair”:

Faltou o presidente do PT lá de Mauá informar que roubaram as fichas do partido, entre as quais a do Contador Violador Aloprado Petista. Ou cinco homens vestidos de PF não levaram nada além de celulares dos guardas e mais duas pistolas? E o computador?  E o HD?Trocaram o velho onde constava a filiação por um novinho em folha?Ora, só quem não conhece esta bandidagem, esta rafuagem, esta camarilha, para não ligar uma coisa com a outra. A outra teoria da conspiração é que tudo não passa de um grande laranjal. E que o sigilo, na verdade, foi quebrado lá em cima, onde a “manteiga” não desanda, o “capacho” é grosso e sempre existe uma “guerra” pronta para matar em nome da mulher amada.

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Serra engrossa discurso: “não preciso de marqueteiro que mude minha cara, o meu pensamento, a minha trajetória de vida”

FONTE: Reinaldo Azevedo

O tucano José Serra discursou há pouco num encontro de prefeitos em São Paulo que apóiam a sua candidatura à Presidência e a de Geraldo Alckmin (PSDB) ao governo de São Paulo. Foi uma fala bastante clara em defesa da democracia. O presidenciável procurou marcar as suas diferenças com a adversária Dilma Rousseff.

Imprensa
Serra exaltou a liberdade de expressão e afirmou:
“Dia sim, outro também, alguém deste governo fala em controlar a imprensa. O partido do governo sonha com o dia em que vai poder censurar a imprensa. A expressão, bonita, é ‘controle social’, como se a palavra ’social’ pudesse legitimar o conteúdo horroroso. maquiar as más intenções. Em palavras diretas, querem estabelecer comitês partidários para decidir o que os jornais e as revistas poderão ou não publicar, as rádios, TVs e a internet poderão ou não veicular. Querem sufocar economicamente quem ousa discordar.”

Somos todos Francenildos
O presidenciável tucano fez referência ao aparelhamento de Estado e à violação do sigilo fiscal de tucanos e de sua própria filha, Verônica. Lembrou uma personagem tristemente célebre da penúria em que se encontra o estado de direito: o caseiro Francenildo, que teve quebrado o seu sigilo bancário:
“Os brasileiros e brasileiras precisam ser livres para não temer que o Estado, financiado com o dinheiro de todos nós, seja ocupado por uma máquina partidária que ameaça e persegue as pessoas, que viola nossos direitos fundamentais. Como, por exemplo, o direito ao sigilo bancário e fiscal. As notícias estão aí: o segredo fiscal de pessoas que o governo identifica como adversárias foi quebrado por gente na Receita Federal evidentemente a serviço de uma operação político-partidária.

Quando se viola o sigilo bancário de um caseiro, viola-se a Constituição. Quando se viola o sigilo fiscal de representantes da oposição, viola-se a Constituição. Quando se viola o sigilo telefônico e de correspondência de adversários, viola-se a Constituição. Não perguntem jamais quem é Francenildo Pereira. Francenildo são vocês. Francenildo somos nós. Não passo a mão na cabeça de malfeitores. Exijo é que se respeitem os Francenildos e as Marias, os Josés e as Anas.”

“Vamos derrotá-los”
Serra criticou o comportamento dos petistas no episódio da quebra de sigilos da Receita. Não se deram ao trabalho, afirmou, nem mesmo de “fingir ou simular indignação”:
“Dão de ombros, emitem notas protocolares, ameaçam até processar as vítimas” E acrescentou: “Mas o Brasil é maior do que eles. Com muito trabalho, luta e fé, vamos derrotá-los.”

Obras paradas e propaganda
O tucano atacou os impostos e os juros altos e a ineficiência do governo:
“Na economia, somos o país campeão dos altos impostos, campeão dos juros, campeão do atraso na infraestrutura. Você vê o horário eleitoral deles, você vê a propaganda do governo, paga com o dinheiro do povo, e parece que todos os problemas do Brasil foram resolvidos. Obras que não existem, que andam mais devagar que tartaruga, são divulgadas dia e noite como se já estivessem prontas. Eles seguem a receita repugnante, repudiada pela História, de que a mentira repetida mil vezes se transforma em verdade. Só que eles não sabem que a receita está errada. O povo não é bobo.”

“Falta de caráter”
O candidato do PSDB reconheceu que há avanços no Brasil, mas acusou o PT de tentar destruir a obra dos que o antecederam e apontou a “mais escancarada exibição de falta de caráter de que se tem notícia”:
“Claro que há avanços, pois este governo teve a felicidade de colher o que os outros plantaram. Talvez estejamos assistindo à mais escancarada exibição de falta de caráter de que se tem notícia na história da política brasileira. A ingratidão é um defeito de caráter, a ingratidão é a cicatriz que revela uma alma complicada. O que é o PT? Um partido que tenta destruir os que o antecederam no governo, enquanto governa sobre as bases construídas com muito esforço e suor por quem veio antes. Governa e estraga essas bases.”

Problemas e competência
Serra lembrou que o Brasil ainda tem grandes problemas: “metade dos adolescentes fora das escolas, a necessidade de uma completa reforma do sistema de saúde, organizar o combate ao crime e às drogas, a construção e recuperação da infraestrutura, o déficit habitacional que chega a milhões de moradias”. E incitou a que se faça a comparação para saber quem reúne as melhores condições de manter a estabilidade da economia para poder resolvê-los:
“‘Quem tem mais condições de manter a estabilidade?’ Nesse terreno, um passo em falso que seja pode trazer prejuízos irremediáveis para os brasileiros. Quem tem mais condições de brigar lá fora para defender a economia do Brasil? Quem tem mais condições de defender os ganhos da estabilidade que chegaram ao bolso dos brasileiros na forma de salário, crédito e benefícios? Somos nós! É de nós que o Brasil Novo precisa.”

Nada a esconder
Cutucando a um só tempo Dilma e Lula, afirmou que não tem nada a esconder de seu passado e que não é candidato a “dono do Brasil”. E mandou ver:
- Não tenho nada a esconder do meu passado;
- não preciso que reescrevam a minha vida excluindo passagens nada abonadoras;
- não preciso que tentem me vender, como se eu fosse um sabonete;
- Não preciso de marqueteiro que mude a minha cara, o meu pensamento, a minha trajetória de vida. Ninguém precisa dizer à população quem sou eu. Inventar coisas que não fiz e esconder coisas que fiz. É a minha vida pública que diz quem sou. Posso fazer cara feia às vezes. Mas é uma cara só. Não digo uma coisa hoje para desdizer amanhã. E ninguém me diz o que tenho de falar ou não. Respondo pelas minhas palavras e pelas minhas escolhas. Não fui inventado por ninguém! Foi a luta democrática que me fez. Foram as minhas escolhas de vida que me trouxeram até aqui.

O presidenciável encerrou o discurso expressando convicção na vitória. Afirmou saber que a luta é difícil e concluiu a fala com trecho de um texto que todo brasileiro conhece: “Verás que um filho teu não foge à luta”.

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Sim, agora é PSTU!

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José Dirceu vai voltar…

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Roseana Sarney é ficha suja, diz Cureau. Candidatura deve ser impugnada.

Fonte: Estadão

A vice-procuradora-geral eleitoral, Sandra Cureau, defendeu em parecer enviado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) neste domingo, 29, a impugnação da candidatura de Roseana Sarney (PMDB-MA) ao governo estadual pela aplicação da Lei da Ficha Limpa. O recurso pedindo a impugnação foi apresentado pelo ex-deputado Aderson Lago (PSDB-MA), que contesta a decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA) de deferir a candidatura de Roseana. No pedido, ele argumenta que a candidata é inelegível por causa da condenação em duas ações populares e em representação eleitoral. Cureau indicou em seu parecer que a candidata do PMDB teria sido de fato condenada por “desvirtuamento de publicidade institucional” na representação eleitoral citada no recurso, o que acarreta inelegibilidade como previsto na Lei da Ficha Limpa. No parecer, a vice-procuradora-geral eleitoral reafirma a constitucionalidade e a aplicabilidade da Lei da Ficha Limpa para as eleições de 2010. “As causas de inelegibilidade, assim como as condições de elegibilidade, devem ser aferidas no momento do pedido de registro da candidatura”, afirmou. O recurso será avaliado pelo ministro Hamilton Carvalhido, relator do caso no TSE. As informações são do MPF.

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A mexicanização do Brasil em marcha…

AUTOR: Bolívar Lamounier

O processo sucessório presidencial em curso comporta dois cenários marcadamente assimétricos, conforme o vencedor seja José Serra ou Dilma Rousseff. Se for José Serra, não é difícil prever a cerrada oposição que ele sofrerá por parte do PT e dos “movimentos sociais”, entidades estudantis e sindicatos controlados por ele – e, provavelmente, do próprio Lula. Se for Dilma Rousseff – como as pesquisas estão indicando -, o cenário provável é a ausência, e não o excesso, de oposição.

Para bem entender esta hipótese convém levar em conta dois fatos adicionais.

Primeiro, o cenário Dilma não se esgota na figura da ex-ministra. Ele inclui, entre os elementos mais relevantes, o controle de ambas as Casas do Congresso Nacional pela dupla PT e PMDB. Inclui também uma entidade institucional inédita, personificada por Lula. Semelhante, neste aspecto, a um aiatolá, atuando de fora para dentro do governo, Lula tentará, como é óbvio, influenciar o conjunto do sistema político no sentido que lhe parecer conveniente ao governo de sua pupila ou a seus próprios interesses. Emitirá juízos positivos ou negativos, em graus variáveis de sutileza, sobre medidas tomadas pelo governo e regulará não só o comportamento da base governista no Congresso, mas também os movimentos de sístole e diástole da “sociedade civil organizada” – entendendo-se por tal os sindicatos, segmentos corporativos e demais organizações sensíveis à sua orientação.

O segundo fato a considerar é a extensão da derrota que Lula terá conseguido impor à oposição. Claro, a eventual derrota será também consequência das ambiguidades, das divisões e dos equívocos da própria oposição, mas o fator determinante será, evidentemente, a ação de Lula e do esquema de forças sob seu comando. Deixo de lado, por óbvio, as condições econômicas extremamente favoráveis, o Bolsa-Família, a popularidade do presidente, etc.

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O paradoxo das esquerdas

AUTOR: João Luiz Mauad

O tempo passa, as sociedades evoluem, as ideias se renovam, mas há coisas que não mudam jamais. O ódio das esquerdas ao livre mercado, por exemplo, é uma delas. Esse ódio, entretanto, tem contornos extremamente contraditórios, pois parte daqueles que, pelo menos da boca para fora, se intitulam defensores dos fracos e dos oprimidos. Afinal, o capitalismo tem como principal virtude oferecer produtos e serviços de forma abundante e a preços accessíveis, transformando os consumidores de baixa-renda nos seus principais beneficiários.

Peguemos, por exemplo, a fúria dos ungidos[*] contra o Walmart. A acusação mais frequente a esse maldito conglomerado — que insiste em vender mais barato que a concorrência — é de que ele paga salários muito baixos aos seus empregados, além de não conceder certos benefícios extras, “exigidos” por sindicatos de trabalhadores. A ladainha é a mesma de sempre: o capitalista ganancioso explora o trabalhador indefeso, pagando-lhe salários injustos.

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Ditadura dos “alienados”

Meu blog é um blog de opinião, quem lê sabe disso. E minhas opiniões não são forjadas ou dúbias, mas combativas! Cada um sabe o que faz, alguns acham que devem continuar fazendo e outros não têm tanta coragem para fazer o que tem que ser feito. Eu não tenho a mínima vontade de granjear lisonjas alheias ou me tornar uma unanimidade. Quero apenas ser quem sou e lutar contra aquilo que tenta me impedir de sê-lo. Robert Lobato (sim, ele mais uma vez,) escreveu um texto que tenta solapar a primeira pessoa do singular da gramática e acabar com os indivíduos. Leia aqui intitulado “A Ditadura do eu”. Sinceramente? Algo desta natureza não pode ficar sem resposta.

E antes que perguntem. NÃO, não é nada pessoal., é ideológico mesmo. O problema é que Robert está do lado oposto do que eu penso e representa o contrário do que eu defendo. Esse e apenas um debate de idéias… Vamos lá então.

Ditadura dos “alienados”

“Nos indivíduos, a loucura é algo raro – mas nos grupos, nos partidos, nos povos, nas épocas, é regra” Friedrich Nietzsche.

Há pessoas que parecem esquecer que antes de viverem em comunidades são indivíduos e tentam apagar cada pessoa do mapa e transformar tudo em “todas as pessoas”. Não percebem que, sem si mesmos, não podem fazer nada, simplesmente porque antes do grupo existe o indivíduo e sem indivíduo não existe grupo. Eu sei que isso é simples, mas tem gente por aí que não consegue perceber algo tão óbvio.

Pessoas que pensam que não possuem nomes e acham que se chamam “Nós alguma coisa”: “Nós, Jornalistas”, “Nós, Professores”, “Nós, Políticos”, assim por diante.

É que este tipo de gente é vulgar o suficiente para tentar solapar  a primeira pessoa do singular da gramática e, sem etr êxito,  começam a afirmar que isso se trata de “um vício de linguagem”. Sendo assim, acham errado quando alguém simplesmente fala o português da maneira correta e usa a primeira pessoa do singular em situações que exigem seu uso.

Claro que temos que cultivar o convívio social, Aristóteles já dizia isso faz muito tem pó em seu “A Política”, mas abrir mão do “eu” é, como Hayek falou tempos atrás, o primeiro passo para a servidão. Um homem ou mulher que não tem noção de si mesmo torna-se uma mera engrenagem. Perde aquilo que é mais caro ao humano, perde sua humanidade. Deixa de ser UM HOMEM e passa aser mais um no coletivo: seja ele manada, matilha, enxame, boiada, ninhada etc.

"Esse é um dos modelos de coletivismo que aboli o indivíduo - todos iguais, pensando igual, vestindo-se igual e cometendo crimes iguais. Não existe EU"

Pessoas que vivem sob a “ditadura do nós” em geral são fracos  sem identidade própria que vêem apenas no grupo o abrigo para suas vidinhas medíocres. Precisam de igrejas, clubes sociais etc, para sentirem-se vivos, porque sopzinhos sabem que valem quase nada. Nietzsche já falou sobre isso muito antes de mim.

Não existe “ditadura do eu” porque uma pessoa não pode tiranizar a si mesma. Como você pode ser scravo de si mesmo, criatura?  Se você segue a si está em pleno gozo de sua LIBERDADE!

Existem alguns que não conseguem ver isso enquanto uma naturalidade. No fundo essas pessoas pensam o mundo como elas queriam que ele fosse e não como ele é. Pensam que todos são obrigados a pensar assim, a esquecer de si mesmo, a abrir mão de sua individualidade para cair de cabeça em algum tipo de “credo comunitarista”.

Pior que ser um escravo de si mesmo (se é que isso é possível) é ser um “Maria vai com as outras” que não consegue nem mesmo conjugar um verbo pelo começo.

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Momento Machista

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O novo PCC – O Primeiro Comando dos Companheiros. Ou: sob o poder do CV, o Comando dos Vermelhos

FONTE: Reionaldo Azevedo

Os dados sigilosos sobre a vida dos brasileiros estão nas mãos de uma gangue, de uma rede que não difere em nada do crime organizado. Existe o Comando Vermelho, mas também o Comando dos Vermelhos; existem os Amigos dos Amigos, mas também os Companheiros dos Companheiros; existe o Primeiro Comando da Capital, mas também o Primeiro Comando dos Companheiros.

- Violam seu sigilo bancário.
- Violam seu sigilo fiscal.
- Violam seu sigilo telefônico.
- Violam seu sigilo de correspondência.
- Violam investigações que deveriam ser sigilosas.
- Praticam terrorismo na rede.

O mesmo computador que acessou os dados fiscais de Eduardo Jorge Caldas Pereira e de três outras pessoas de algum modo próximas dos tucanos invadiu também os dados da apresentadora Ana Maria Braga, que faz o programa “Mais Você”, da Rede Globo, e de quatro membros da família Klein: Samuel, empresário polonês que fundou as Casas Bahia; Michael, diretor-executivo da rede; Maria Alice Pereira Klein, mulher de Michael, e Rapahel Oscar, neto de Samuel e herdeiro da empresa. Alguns orelhudos, que atuam como base de apoio do Primeiro Comando dos Companheiros, do Comando dos Vermelhos, já andou enviando para cá as suas delinqüências: “Viu como não é nada político?”

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Sobre andar sozinho e não poder andar sozinho…

Alguns sites estão divulgando fotos de José Reinaldo em uma caminhada solitária pelo Monte Castelo como se isso fosse sinal de fracasso. Em minha opinião reflete o contrário. Ao caminhar sozinho Zé Reinaldo demonstra certo tipo de coragem hoje incomum na maioria absoluta dos políticos. Não sou eleitor de Zé Reinaldo, mas quero aqui manifestar minha admiração por ele.

Caminhar sozinho não é sinal e fraqueza, mas de força e segurança. Todos sabem que estes carregadores de bandeira que acompanham nossos canididatos não são militantes políticos de ninguém, em sua maioria são funcionários de campanha. Não seguem por ideologia política, mas por necessidade financeira. Isso significa força poolítica de alguém? Na verdade é apenas umamaneira de garantir volume na hora da foto… Questão estética apenas.

Tenho absoluta certeza que o ex-governador poderia ter feito como fazem todos os outros e pago algumas centenas de reais para ter ao seu lado algumas dezenas de “militantes”, mas não o fez naquela ocasião.

É isso mesmo, Zé Reinaldo poderia caminhar acompanhado de “militantes”, não quis fazê-lo. Será que Lobão, Roseana, Sarney, Ricardo Murad e tantos outros teriam esta coragem? Duvido muito que Roseana tenha coragem de caminhar sozinha pedindo votos lá em Rosário…

A caminhada solitária de Zé Reinaldo não significa nada além do simples fato de que ele pode caminhar sozinho por qualquer lugar do Maranhão sem ser achincalhado ou ameaçado. Ao contrário de tantos e tantos outros políticos deste estado tão sofrido.

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Vidigal cobra maior atuação do Senado para melhorar o serviço das agências reguladoras

FONTE: BLOG DO GARRONE

O candidato ao Senado, Edson Vidigal (PSDB), da coligação O Povo é Maior, defendeu nesta quarta-feira um maior investimento nas agências reguladoras e uma maior cobrança do próprio Senado para que fiscalize e cobre as devidas ações dessas agências.

- Elas não podem ser reduzidas à condição de simples repartições públicas engolfadas com a falta de verba e com a burocracia, e sem as devidas condições de defender os direitos dos consumidores – disse o candidato.

Ex-presidente do Superior Tribunal de Justiça, Vidigal explica que as agências foram imaginadas para servirem como elo entre a sociedade e as empresas concessionárias ou permissionárias de serviço público, com o objetivo de garantir a população um serviço público de maior qualidade.

- As agências tem um duplo papel atuando, na prática, como auxiliares do Ministério Público e ao mesmo tempo como sede de cobranças em defesa do consumidor – afirma.

Ele lembra que é o Senado quem sabatina e aprova os nomes para cumprirem mandato na gestão das agências como a ANEEL, ANTT, ANAC e ANTAQ, e que devido a isso, tem o compromisso em fazer com o que agências reguladoras defendam os direitos da sociedade, que é a destinatária final dos serviços públicos realizados mediante concessões ou permissões.

Vidigal disse ainda que como senador vai defender um maior investimento nas agências, que dependem de recursos públicos para manter um serviço de qualidade. O ministro entende que sem o devido aporte financeiro, as agências não terão condições de atuar.

- Agora a área econômica do Governo reduz as verbas das agências reguladoras, o que as fragiliza e torna mais fortes os que escapam aos seus controles e fiscalizações. As agências não podem ficar à míngua, sem as suas verbas. Elas se destinam a um papel da maior importância para o Brasil e a nossa gente humilde – avisa.

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Flávio Dino e a falta de vergonha na cara…

Em 2008 Flávio Dino processou João Castelo durante a eleição por causa de desrespeito a artigo 53-A da legislação eleitoral. Uma norma que proíbe a participação candidatos a cargos majoritários  no horário eleitoral dos proporcionais. Os vereadores foram proibidos até mesmo de FALAR o nome de Castelo.

Hoje Flávio Dino aparece no horário de seus proporcionais mais do que os próprios. No horário de Adonilson, candidato ao Senado, ele fala mais do que a Nêga do Leite.

Podem dizer que outros candidatos também fazem isso. Mas, pelo que me consta, não lembro de nenhum deles fazendo isso de um lado e perseguindo ferrenhamente os outros por fazerem a mesma coisa.

A cada dia que passa Flávio Dino mostra que tipo de político é…

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Bater em policial é tão fácil, não é mesmo?

Se existe uma coisa que a delinqüência esquerdista conseguiu fazer neste Brasil foi iniciar a destruição das instituições garantem a segurança de nossas instituições. Vejam o caso da polícia, avacalhada quase que todo dia em letras de música, blogs e manchetes de jornais. Em países sérios quem usa farda é respeitado pelo simples fato de colocar-se a disposição da sociedade. Aqui no Brasil, já vi muita gente tentando colocar a instituição Polícia no mesmo nível de organizações criminosas. Vejam o caso dos “direitos humanos”. Basta um bandido levar um peteleco e logo se faz um alarde. Quando um policial leva tiro no peito no cumprimento de seus dever e deixa filhos e mulher desamparados, você não vê nem uma simples declaração.

Aqui no MA o mais recente caso foi a confusão envolvendo policiais militares e o promotor Zanony Passos. Na semana passada Zanony foi acusado por garçons de uma churrascaria de promover desordem no local, o que resultou em uma ação policial para conter os ânimos. Após resistir à prisão de maneira violenta ele teve violência como resposta. Segundo o promotor, ele foi agredido gratuitamente pelos policiais. Agora fica a questão: quem é culpado? No Brasil funciona assim: na dúvida, mesmo que ela não exista, culpe a polícia.

A fama desse tal Zanony é conhecida a ponto de que alguns o chamam de “promotor de confusões”. Algumas pessoas comentam ele iniciou a bagunça, apagou o fogo da churrasqueira do estabelecimento e depois ainda tentou urinar no local. Além de outras destemperanças mais. Qualquer um que promove este tipo e arruaça tem mais é que levar porrada da polícia mesmo! Seja promotor, juiz, desembargador, jornalista, lavadeira, pedreiro, deputado… o caramba!

E se você, caro leitor, estivesse neste estabelecimento com noiva, mulher, mãe ou filhos e tivesse que se deparar com um homem que tentasse urinar na frente deles? Se o Maranhão fosse um estado sério esse rapaz teria sido expulso ou suspenso do Ministério Público logo na segunda-feira.

Mas, com tudo indicando que ele está errado, Zanony tem algo a seu favor: o preconceito contra a polícia. Logo vão aparecer jornalistas e outros tantos afirmando que a polícia agiu “com violência” e levantando aquelas velhas suspeitas infundadas de sempre.

Vejam o exemplo da Associação do Ministério Público do Estado do Maranhão (Ampem) que imediatamente fez uma nota pedindo a punição dos policias. Doracy Moreira assina a nota côo presidente da tal associação. O que mais me chama a atenção é que essa senhora EM NENHUM MOMENTO levanta dúvidas sobre o ocorrido e dá o caso como encerrado, mesmo se tratando de um membro que dia após dia mancha a imagem do MP.

Como eu vou duvidar da polícia quando um sujeito que já tem VASTO histórico de baderna e destempero se coloca como vítima em uma, vejam só, baderna?

Na nota existe um trecho que eu achei bastante interessante: “Ademais, o Estado e a Sociedade não podem conviver tampouco ser tolerantes com atos dessa natureza praticados por servidores e agentes que têm como missão constitucional a defesa da ordem pública, a manutenção da paz social e a proteção dos direitos fundamentais, dentre eles o respeito pela pessoa humana”.

Esse trecho serve apenas para os policiais, Dona Doracy? Ou será que Zanony pode sair por aí desrespeitando “a ordem pública, a manutenção da paz social e a proteção dos direitos fundamentais, dentre eles o respeito pela pessoa humana” sem que nada seja feito?

Esta nota é uma PALHAÇADA!

E isso porque sentencia os policiais à punição mesmo com fortes indícios de que foi Zanony o promotor da bagunça. Que grupo de policiais (ERAM 6) em sã consciência vai entrar em uma churrascaraia e agredir alguém? Essa história é mais do que óbvia…

Não sou desses que acha que policiais devem sair batendo em todo mundo, DA MESMA FORMA que tenho convicção de que não devem reagir com palavras leves e educadas a cuspidas na cara e bofetadas: tem que se fazer respeitar mesmo!

E se você está disposto a trocar tapas com homens treinados que têm como função MANTER A ORDEM, é bom que esteja disposto a cuidar de hematomas no dia seguinte também. Todo dia tem um valentão que se arrepende disso por aí…

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Se pedágio do PSDB é roubo, pedágio do PT é latrocínio

FONTE: ESTADÃO

O governador de São Paulo, Alberto Goldman (PSDB), reagiu hoje às críticas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva aos preços de pedágio no Estado. “Se ele disse que aqui é um roubo, eu digo que na área federal os pedágios que ele fez são latrocínios, ou seja, assalto seguido de morte”, afirmou o tucano, de acordo com nota da assessoria da imprensa. “Nas rodovias federais você tem cobrança de pedágio mas nenhuma segurança. Cobra-se pedágio para absolutamente nenhuma obra ser feita”, disse Goldman, após inaugurar uma escola técnica no Jardim Ângela, na zona sul da capital paulista. Na sexta-feira à noite, em seu primeiro comício eleitoral em São Paulo, Lula disse em Osasco, na Grande São Paulo, ao comparar os gastos dos motoristas nos pedágios estaduais e o quanto é pago nas vias federais, que o preços nas estradas paulistas é um “roubo”. O presidente deixou claro que o candidato petista ao governo de São Paulo, Aloizio Mercadante, deve explorar a questão dos pedágios contra seu adversário tucano Geraldo Alckmin. Goldman defendeu a cobrança de tarifa nas estradas paulistas. Segundo ele, o preço é resultado de um processo de licitação e garante a qualidade e a segurança das rodovias. “Dezenove das vinte melhores estradas do Brasil estão no Estado de São Paulo”, disse. “O número de mortes aqui caiu, enquanto na Regis Bittencourt (federal), aumentou 33%”, afirmou o tucano, ao citar uma comparação entre o primeiro semestre de 2009 e o mesmo período de 2010.

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Exemplos para os “serristas” maranhenses:

Falei e repito: dentro de alguns dias vou publicar para o eleitorado maranhense aqueles políticos maranhesnes que teoricamente do lado de José Serra estão evitando fazer o mínimo por ele. É lógico que não se cobra aqui uma jornada ensandecida pela eleição presidencial, basta fazer alguuma coisa. Vejam alguns exemplos: (ah, eles também podem servir como base de textos próprios)

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Ditadura disfarçada

Por Osmar José de Barros Ribeiro

Imperaria no Brasil, nos dias que correm e a crer na letra fria da lei, a plenitude democrática do Estado de Direito. Os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário funcionariam harmonicamente, embora independentes. Isso é o que reza a Constituição promulgada em 1988, ainda que com um grande número de alterações feitas ao longo dos anos.

No entanto, é válido perguntar se não estamos vivendo num regime no qual o Legislativo faz às leis que lhe interessam, o Judiciário as fiscaliza quando lhe convém e, o Executivo, zomba delas sempre que colidam com os seus objetivos.

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