Data de Publicação: 25 de setembro de 2008

Se depender do ponto de vista do cientista político Alberto Carlos Almeida, não. Para Alberto Almeida, muita gente vai falar do efeito Lula quando for concluída a eleição ou mesmo o seu primeiro turno. Ele, no entanto, considera isso como “uma grande bobagem”. Alberto não vê sentido em o eleitor deixar de apoiar um prefeito que vai bem só porque o adversário tem ou diz que tem maiores ligações com o presidente da República.

O grupo Sarney, que está tomando uma surra nas pesquisas não conseguindo passar dos dois dígitos somados todos os seus candidatos, para evitar a vitória do desafeto João Castelo, PSDB, já no primeiro turno, decidiu apoiar o comunista Flávio Dino, para a Prefeitura de São Luis. Segundo o Estadão, a pedido do senador José Sarney (PMDB-AP) Lula gravou mensagem para o programa de Flávio, candidato do PC do B a prefeitura de São Luís.


Na tentativa de desmistificar a onda pregada pelo candidato comunista de que Lula só ajudará na prefeitura quem for seu aliado, Castelo usou em sua propaganda eleitoral um vídeo em que o presidente declara que trata adversários e aliados da mesma forma. “Tenho uma atitude republicana. Não tenho o olhar mesquinho. Não quero saber se o governo é do DEM, do PMDB, se o governante é vascaíno ou corintiano, se é evangélico ou católico. Quero saber se o povo tem condições de receber os investimentos e ser beneficiado”, as coisas mudaram no meu governo. Hoje, entra no Palácio do Planalto quem fala mal e quem fala bem do governo”, afirmou Lula na imagem. Segundo o cientista político, Lula não é presidente de candidato A, B ou C e sim de toda a nação o qual ele foi eleito.
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