O Hospital Municipal Clementino Moura (Socorrão II) está passando por melhorias em suas instalações físicas. A Prefeitura de São Luís deve concluir até o final de setembro a reforma e adequação das enfermarias do setor de ortopedia. Já na próxima semana serão iniciadas as obras para implantação da primeira Clínica de Queimados do Maranhão.
O diretor-geral do Socorrão II, Francisco Gomes da Silva, explicou que, como o hospital não pode fechar para reformas, os serviços nas instalações físicas estão sendo realizados gradativamente, sem que as atividades de nenhum setor sejam interrompidas. “Em nenhum momento houve descaso em relação às necessidades de melhorias das instalações e em virtude da grande demanda tivemos que ir fazendo essas melhorias aos poucos, transferindo pacientes de uma enfermaria para outra até concluirmos todo o trabalho”, afirmou.
O coordenador de engenheira da Semus, Luiz Carlos Brito informou que na próxima semana serão iniciadas as obras de reforma, adequação e construção da Clínica Especializada em Queimados, a primeira das três que serão implantadas nos hospitais de emergência do município. Os recursos são oriundos do Ministério da Saúde, por meio do programa Qualisus, e serão destinados também a reformas de outros setores do hospital e aquisição de equipamentos.
Até o final do ano, as obras de reforma das demais enfermarias serão concluídas. Os trabalhos, incluem substituição de piso e de portas, reforma dos banheiros e das instalações elétricas e hidrosanitárias e serão realizadas também nas enfermarias cirúrgicas onde ficam os pacientes presos de justiça.
Segundo o diretor, o Socorrão II é referência no estado na área de ortopedia e recebe pacientes de todo o Maranhão. Por dia, são atendidas em média 600 pessoas, desde pequenos procedimentos a serviços de alta complexidade como as cirurgias ortopédicas, neurocirurgia e cirurgia geral. Desse total, metade dos pacientes para procedimentos complexos é de municípios do interior do estado. “Os serviços de manutenção de nossas instalações são permanentes e contínuos, mas devido à superlotação, a deterioração das instalações ocorre com maior freqüência”, acrescentou.