Roupas de grife, relógios caros, carros de último tipo e empreendimentos imobiliários de alto padrão estão novamente na mira dos consumidores. Depois de um período de certa parcimônia nos gastos, os brasileiros voltaram a investir em produtos de luxo, reaquecendo as vendas no setor. Dois fatores foram decisivos para o crescimento desse comércio: a abertura das exportações e a estabilidade econômica.
Responsável por uma movimentação em torno de US$ 400 bilhões por ano no mundo, o mercado de luxo vem conquistando definitivamente seu espaço no Brasil. Segundo pesquisa inédita sobre o setor no país, elaborada pela MCF consultoria, especializada em gestão de luxo, e pelo instituto de pesquisa Gfk Indicator, apesar do mercado brasileiro para o negócio do luxo ainda se encontrar em fase inicial de desenvolvimento, já demonstra um futuro promissor. Somente no ano passado, o setor cresceu 17%, contra os 3,7% de crescimento alcançado pelo PIB (Produto Interno Bruto) do país.
A pesquisa aplicada no ano passado, conseguiu envolver 68 empresas nacionais e internacionais com operações no Brasil. A AlphaVille Urbanismo, empresa brasileira líder no setor de loteamento, e com bandeira já fincada em território maranhense, também foi incluída no estudo, pois é uma empresa sinônimo de qualidade e oferece ao consumidor empreendimentos urbanísticos aliando alta tecnologia construtiva a sofisticação. O AlphaVille Araçagy, empreendimento da marca em São Luís, encontra-se em fase de implantação de infra-estrutura e já tem 90% dos seus lotes vendidos, confirmando a presença do Maranhão no circuito do mercado de luxo do Brasil.
Uma das ações geradas a partir dos resultados da pesquisa MCF/GfK foi a formação de um grupo de empresários para dialogar com o Governo Federal, visando demonstrar a importância do mercado de luxo para a economia do país, além de buscar no médio ou no longo prazo melhores condições para a atividade.