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Banco da Amazônia comemora 66 anos

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Data de Publicação: 6 de julho de 2008
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O mais antigo organismo regional de fomento do País, celebra no próximo dia 9, seus 66 anos de fundação

O Banco da Amazônia completa mais um ano com grandes conquistas para a nossa região. Hoje, a instituição conta com 3.250 empregados que trabalham a serviço de mais de 467 mil clientes, disponibilizando R$ 9 bilhões em créditos de fomento e atingindo 60% da clientela em 201 agências espalhadas por toda a Amazônia Legal. Além do seu aspecto econômico, o Banco tem atuado fortemente na questão social, reduzindo o êxodo rural, priorizando atendimento às classes produtivas menos favorecidas historicamente (extrativistas, quilombolas, indígenas, ribeirinhos, pequenos produtores familiares, pescadores artesanais e outros), proporcionando aumento da produção, geração de emprego e renda, oportunidades de ocupação de mão-de-obra familiar e melhoria da qualidade de vida da população, entre outros benefícios, e, no centro de tudo, justiça social, com a promoção da cidadania.

Neste ano, o Banco da Amazônia fortaleceu sua política de crédito com a implantação da Política Socioambiental na qual busca incorporar o conceito de sustentabilidade em todas as suas atividades, unindo as dimensões social, ambiental e econômica, reconhecendo a importância de ações socialmente responsáveis e procurando adotar esses princípios na condução de seus negócios, nos financiamentos que concede e nos projetos que apóia ou desenvolve em parcerias.

Dessa forma, o Banco dá exemplo de modelo responsável de inserção de capital na sociedade, visando contribuir para a diminuição do desmatamento na região amazônica e qualificação da sua atividade creditícia, haja vista sua responsabilidade pelo desenvolvimento da região.

Também investe na área cultural, com o recém-lançado programa Amazônia Mais Cultura, em parceria com o Ministério da Cultura, que visa prospectar negócios com micro, pequenas, médias e grandes empresas e empreendimentos da economia solidária do mercado cultural brasileiro, melhorando o acesso de todos à produção e à expressão cultural. Além disso, o banco também desenvolve o programa Amazônia Florescer, em fase de implantação, que permite aos trabalhadores informais terem acesso ao crédito, supervisionados por equipes qualificadas, que contribuem para a prosperidade dos negócios e a entrada na legalidade. Além do projeto com Egressos do Sistema Carcerário, na área social, (citado no Relatório Social da Febraban) e Rede Telecentros.

Todos esses programas e projetos que o Banco executa na sua rotina bancária, estão fortalecendo sua missão enquanto instituição que disponibiliza recursos de fomento, produtos e serviços e que opera com fontes como: FNO, BNDES, FAT, Fundo da Marinha Mercante, Fundo de Desenvolvimento da Amazônia (FDA), Orçamento Geral da União e recursos próprios, nos nove Estados da Amazônia Legal. O montante total de recursos investido em 2007 fez o Banco fechar o ano com um lucro líquido de R$ 179,8 milhões, superior em 7,5% ao do ano anterior. Para este ano, está disponibilizando mais de R$ 4 bilhões, sendo R$ 3.289,29 bilhões (81,6%) para recursos de fomento e R$ 742,40 milhões (18,4%) para recursos da carteira de sustentação econômica. Todos os recursos de fomento contemplam preferencialmente os empreendimentos que contribuem para a viabilização de cadeias e arranjos produtivos locais (APLS), considerados instrumentos essenciais para o aumento e verticalização da produção e geração de emprego e renda na Amazônia.

No estado do Maranhão, foram aplicados R$ 132 milhões em 2007. Deste montante foram destinados R$ 48 milhões para a área comercial, R$ 66 milhões para o setor rural através de 578 operações, e no setor industrial foram dedicados R$ 6 milhões em um total de 28 operações. A safra de 2007/2008 do Pronaf é de R$ 10.762.757,00 através de 3.498 operações com mini e pequenos produtores rurais.

Para 2008, a carteira total do estado gira em torno de R$ 334 milhões de reais. A meta de aplicação para o fomento comercial é de R$ 153.978.252,70. Já a previsão de saldo aplicado este ano foi de R$ 679 milhões. Outras aplicações de poupança ou recursos obrigatórios estão projetadas em R$ 190 milhões.

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