Jornal Pequeno - 57 anos
São Luís,
Direito 2 - Notícias de Direito a cada 1 hora
Edição22,683
Edição 22,683

Nacional
PB: liminar libera candidato de teste de alfabetização
PT irá à Justiça contra uso da máquina por Gilberto Kassab
Ministério Público Eleitoral pede perda de mandato de 32 vereadores
TSE vai discutir proposta de força-tarefa para garantir segurança de candidatos
SEBASTIÃO NERY
Polícia investiga morte de criança em creche de SP
Presidente da OAB defende sanção de lei que blinda escritórios de advogados
Sem-terra permanecem em fazenda de Dantas no Pará
Governo quer acelerar votação da 'lei do grampo' no Congresso
Eike Batista promete indenização para salvar a venda da MMX
Home » Edições » 2008 » Julho » Edição 22,683 » Nacional

Polícia investiga morte de criança em creche de SP

Diminuir corpo de texto Aumentar corpo de texto

Data de Publicação: 29 de julho de 2008
Envie para: Envie para o Del.icio.us  Envie para o Digg  Envie para o Reddit  Envie para o Simpy  Envie para o Yahoo My Web  Envie para o Furl  Envie para o Blinklist  Envie para o Technorati  Envie para o Google Bookmarks  Envie para o Stumble Upon  Envie para o Feed me links  Envie para o Ma.gnolia  Envie para o Newsvine  Envie para o Squidoo  

A Polícia Civil de São Paulo deve começar nesta semana a ouvir familiares e funcionários da creche onde Gabriel Santos Ribeira, de sete meses, morreu na última sexta-feira, 25. Familiares do menino dizem que ele poderia estar vivo se funcionários da creche particular Pedacinho da Lua, na Vila Medeiros (zona norte), tivessem chamado o resgate rapidamente.

“Pelos meus cálculos, foram cerca de 25 a 30 minutos desde que meu filho passou mal até o atendimento no hospital”, contou o pai, Júlio Cezar Ribeira, 26 anos.

O pai disse ter deixado a criança na creche às 11h de sexta-feira e retornado para buscá-lo por volta das 14h. Depois de esperar do lado de fora, ele foi chamado às pressas, pois o filho não respirava. Júlio Cezar pegou o menino – que tinha os lábios arroxeados – e o levou ao Hospital Nipo-Brasileiro. Os médicos atestaram que ele havia morrido de parada cardiorrespiratória.

Conforme o pai, o menino não tinha problemas de saúde quando foi deixado na creche. Ele diz ainda que levou a comida que deveria ser dada ao garoto porque os alimentos servidos na creche não faziam bem à criança.

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública, a funcionária da creche afirma que Gabriel estava no berçário e que ela só percebeu que o menino não respirava quando foi trocar as fraldas dele, pouco antes de o pai chegar.

O Condepe (Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana) pediu nesta segunda-feira que o Ministério Público, por meio da Promotoria da Infância e Juventude, acompanhe as apurações e realize uma vistoria na creche para verificar possíveis irregularidades.

Segundo a Secretaria da Segurança, o inquérito foi instaurado pela Polícia Civil na sexta-feira. Não há confirmação, no entanto, sobre as datas dos depoimentos.

Outro lado – Em nota publicada em seu site, a creche afirma que é com “imensa dor e pesar” que lida com a morte de Gabriel.

A creche classificou o fato como “tragédia” e afirmou que “todos os procedimentos recomendados em relação à alimentação, arroto, descanso em posição vertical e colocação para dormir foram adotados”.

No comunicado, a escola ainda destaca as “avaliações freqüentes realizadas por inspetores da prefeitura que constatam a conformidade das práticas em relação ao projeto pedagógico e ao cumprimento de normas de segurança e qualidade”. E acrescenta que a fatalidade “pode acontecer a qualquer um, até em casa, enquanto seu filho dorme”.

Recomende esta página Imprimir esta Matéria

Links Patrocinados
 
Jornal Pequeno - O Órgão das Multidões
Copyright 2002 - 2008 Jornal Pequeno. Todos os direitos reservados
Rua Afonso Pena, 171, Centro - São Luís - MA
(98) 3232-7642 Geral - redacao@jornalpequeno.com.br