Opinião
Danielle Vieira*
O mundo vive um constante processo de transformação, mas, em alguns momentos da história, parece que tal fenômeno age com mais intensidade que em outros. Os avanços da Ciência jamais provocaram tão veloz e extraordinária mudança nos costumes como agora, a partir da consolidação da internet no dia-a-dia das pessoas em todo o planeta, aliada ao conjunto de notáveis aplicações tecnológicas nos campos da comunicação e do entretenimento.
Grandes jornais de vários países, incluindo os brasileiros, vêm investindo pesado no sentido de transformar o hábito de leitura em algo mais prazeroso e consistente. Jornais regionais, descobriram o poder de sua regionalidade — fator nem sempre devidamente valorizado, mas que os diferencia definitivamente dos veículos de circulação nacional, que sofrem com mais dramaticidade os efeitos da concorrência da internet, das emissoras de rádio e das TVs.
Pode parecer ironia, mas, no conjunto de seus esforços para se tornarem mais adequados às expectativas dos seus leitores, os veículos impressos estão sendo encaminhados – por força da modernidade – na direção do que sempre estiveram destinados a ser.
Tanto no caso dos grandes jornais, que tendem a humanizar seu noticiário e a aprofundar questões muitas vezes estacionadas na superficialidade da informação, quanto no caso dos regionais, que fecham trincheira em defesa da comunidade em que se inserem, todos eles assumem intensamente a tarefa de auxiliar os leitores a formarem opinião, a expandirem o raciocínio e a sentirem-se cidadãos – com seus deveres e direitos.
Na era do mundo competitivo, a construção de uma boa imagem profissional, social e pessoal requer postura, hábitos e vestimenta adequada. Neste mundo de negócios, os profissionais que têm consciência do poder da imagem possuem uma ferramenta poderosa que o levará ao sucesso, qualquer que seja a sua profissão.
A fórmula efetiva de uma comunicação não está baseada em riqueza e berço, mas sim aprender regras e técnicas de projetar sua imagem e sustentá-la em sua vida profissional. Assim como formação acadêmica e experiência profissional levam tempo para se conquistar, construir a imagem profissional também requer tempo, investimento financeiro, amplo relacionamento e acima de tudo respeito e compromisso com a exposição na mídia, através de um jornalista-profissional da área de comunicação com experiência e credibilidade.
Imaginem se um jornalista resolver virar médico e se meter a consultar e operar; se meter a ser guia internacional sem falar inglês; se meter a ser advogar sem conhecer as leis e por aí vai... Mas acreditem ainda existem “os que se acham jornalistas com o direito de se achar como fonte de informação porque sabem ler e escrever”, desrespeitando os colunistas; os pauteiros; os editores; os produtores e os assessores de imprensa.
Essa é outra transformação despertada pelos novos tempos deve ser respeitada pelas empresas e empresários – as fontes ou assessorias de imprensa já têm a clara Somos, antes de tudo, produtores de conteúdo, prontos para continuar oferecendo consistência na informação pelos anos que virão aos veículos de comunicação e aos leitores. A credibilidade de um jornalista ou profissional de comunicação sério e ético é algo que não tem preço.
*Empresária de Comunicação Empresarial há 13 anos no mercado do Maranhão e Pós-Graduada em Marketing e Gestão Empresarial pela UnigranRio