Jornal Pequeno - 57 anos
São Luís,
Direito 2 - Notícias de Direito a cada 1 hora
Edição22,680
Edição 22,680

Cidade
Sem-terras desocupam sede do Incra após assinatura de TAC
Estudos geológicos revelam inexistência de dunas em área para empreendimento
Conselheiros tutelares da Zona Rural e Coradinho/João Paulo tomam posse
Motoristas homenageiam São Cristóvão com procissão
Moradores da Cidade Olímpica reclamam de vala em avenida
Home » Edições » 2008 » Julho » Edição 22,680 » Cidade

Moradores da Cidade Olímpica reclamam de vala em avenida

Diminuir corpo de texto Aumentar corpo de texto

Data de Publicação: 26 de julho de 2008
Envie para: Envie para o Del.icio.us  Envie para o Digg  Envie para o Reddit  Envie para o Simpy  Envie para o Yahoo My Web  Envie para o Furl  Envie para o Blinklist  Envie para o Technorati  Envie para o Google Bookmarks  Envie para o Stumble Upon  Envie para o Feed me links  Envie para o Ma.gnolia  Envie para o Newsvine  Envie para o Squidoo  

Por Mivan Gedeon

Uma vala com cerca de 10 metros de largura tem causado, há seis meses, um grande transtorno aos moradores do bairro Cidade Olímpica. O buraco, localizado na avenida 2 ou 24 de dezembro, é um canal onde passa um esgoto. Com as fortes chuvas, o local inundou e estourou a tubulação, alagando as casas da região.

Segundo o proprietário do Bar e Restaurante da Gorda, que faz esquina com a vala, os próprios moradores resolveram desobstruir a área, para evitar que a água invadisse suas casas. “A comunidade resolveu quebrar o canal, porque os órgãos competentes não tomaram as devidas providências. Na verdade, era para ser feita uma galeria aí, mas as obras nunca começaram”, disse. O morador informou que, depois da destruição do canal, por parte dos moradores, a prefeitura foi ao local para retirar apenas o resto dos entulhos.

Foto:G.FERREIRA
Avenida cortada por vala dificulta a vida dos moradores da Cidade Olímpica

As manilhas acabaram entupidas e até hoje, quando ocorre uma grande chuva, a área volta a ficar alagada. Outros problemas surgiram em decorrência da interrupção da avenida. Os ônibus que passavam no local, agora circulam pela avenida 1, cerca de 500 metros de distância, dificultando.

“Isso aí virou um problema sério para os moradores, além de prejudicar a saúde da população, os assaltantes agora estão pedindo pedágio para passar por aqui”, lamentou Tomé, que lembrou de um recente episódio de um motoqueiro, que estava passando no local quando a água o levou. “Ele caiu e foi arrastado pela água. Foi salvo por um morador que tinha um curso de bombeiro. Se não fosse ele, que entrou na água para salvá-lo, ele teria morrido”, lembrou.

Raimundo Borges de Sousa, conhecido no bairro como Maranhão, é outro morador preocupado com a situação do local. Quando pode, sai com sua bicicleta que tem um equipamento de som instalado, convocando a população para reivindicar seus direitos. Agora ele está fazendo dois abaixo-assinados. Um para o problema do transporte público e outro para a solução imediata da vala.

Segundo Maranhão, os assaltos passaram a ser mais freqüentes com a interrupção da avenida, pois o morador além de ter que percorrer uma longa distância para pegar um ônibus, eles estão demorando cerca de 40 a 60 minutos para passar. “A população não agüenta mais a tamanha falta de respeito”, indignou-se.

Semosp – De acordo com o secretário-adjunto da Secretária Municipal e Obras e Serviços Públicos (Semosp), José Raimundo.

Recomende esta página Imprimir esta Matéria

Links Patrocinados
 
Jornal Pequeno - O Órgão das Multidões
Copyright 2002 - 2008 Jornal Pequeno. Todos os direitos reservados
Rua Afonso Pena, 171, Centro - São Luís - MA
(98) 3232-7642 Geral - redacao@jornalpequeno.com.br