Antônio Fonseca
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Santana do Maranhão
Por Cézar Júnior
Banhada pelo Rio Magu , localizada na região do Baixo Parnaíba, a 420 quilômetros de São Luís, a capital do Estado, o município de Santana do Maranhão é uma pitoresca cidade de costumes, lendas e tradições históricas, apesar dos 12 anos de sua emancipação, pois antes era apenas um povoado do município de São Bernardo.


Mas o que Santana do Maranhão tem de tão especial? Além de suas belezas naturais como o majestoso e cristalino Rio Magu que corta a cidade, onde os turistas buscam um refrigério, Santana do Maranhão com seus 10.500 habitantes parece emergir em uma atmosfera de confraternização e alegria no período de 17 a 26 de julho onde acontece os festejos de Nossa senhora de Santana, padroeira da cidade. As celebrações religiosas como missas e procissões acontecem sempre pela manhã às 8h e à tarde às 16:00, onde toda a cidade parece convergir para as principais ruas e avenidas da cidade e logo depois abrigar-se na pequena Igreja da Santa.A noite é reservada às festas profanas como bares, clubes, serestas e praças onde as pessoas costumam se reunir e relatar as lendas como do Cavalo Fantasma que pasta às margens do rio Magu, a Mãe d’água que canta e encanta no mesmo local, e estranhos cantos e batidas de tambores que no fim da tarde costumam ecoar pelas bandas das matas.
Um povoado que nasceu sob o tronco de um único ramo familiar (os Costas) e que em apenas doze anos de emancipação vem desenvolvendo-se no setor da Educação, Agricultura, Infra-estrutura, Cultura e Turismo vale a pena ser visitada, ainda que seja para inteirar-se da simplicidade de seus habitantes, carisma e hospitalidade, além é claro de poder gozar de uma tranqüilidade singular característica das cidades do interior, aliada a uma bela paisagem.