“Me sinto muito honrado em participar desta celebração. Não pela homenagem que hoje me prestam, mas, principalmente, pelo profundo conteúdo histórico que a Itália legou ao Mundo e pela grande colaboração daqueles que adotaram o Maranhão como seu lugar para viver”, disse o governador Jackson Lago ao ser homenageado com placa de reconhecimento na noite do último sábado (31), no Teatro Arthur Azevedo, durante a Notte Italiana, um evento de comemoração à Festa Nacional da Itália. Ele fez uma reflexão sobre a independência da Itália, destacando o país como um dos mais importantes berços culturais do mundo.

“Esta homenagem é um gesto simples e humilde da comunidade ítalo-brasileira, que represento por meio da Agência Consular da Itália no Maranhão, e da Associação Circolo Italia ao governador Jackson Lago, pelo acolhimento que sempre manifestou a nossa gente”, declarou o cônsul honorário da Itália no Maranhão, Mario Cella. Ao entregar a placa, Cella ressaltou a receptividade dos maranhenses aos italianos que atualmente residem no Estado e reafirmou o compromisso dessa comunidade na construção de um Maranhão mais justo, culto e solidário.
A Notte Italiana é um evento da comunidade italiana no Maranhão, para celebrar, através da pintura, da música e da literatura, a Festa Nacional da Itália, uma das datas mais importantes na história daquele país. Uma promoção da Agência Consular da Itália no Maranhão, em parceria com a Associação Circolo Itália, o evento contou com a participação dos cantores maranhenses Djalma Chaves e Manuel Baião de Dois e do italiano Oscar Fogazzi.
Para o cônsul honorário da Itália no Maranhão, o evento é uma forma de demonstrar que a cultura italiana tem excelente aceitação no Maranhão e vice-versa. Segundo ele, o respeito e a integração são fundamentais para as duas culturas. “Em todos os recantos do Brasil os italianos foram bem acolhidos e aqui no Maranhão não foi diferente. Então é justo fazer essa festa unindo dois povos tão animados. E é uma forma de repassar às novas gerações a importância dessa data”, avalia Mario Cella.