Pesquisa explica os perigos do celular ao volante
Um estudo afirma que falar ao celular quanto está dirigindo, aumenta as chances de causar acidentes de trânsito. O estudo examinou como ter uma conversa com alguém que não está presente compete com as partes do cérebro necessárias para realizarmos tarefas visuais. O relato, que aparece na edição atual de Experimental Psychology, foi escrito por Amit Almor, professor associado de psicologia na Universidade da Carolina do Sul. A conclusão do estudo mostrou que quando as pessoas falam com alguém que não está presente, as partes do cérebro que processam o visual criam uma representação de onde a outra pessoa pode estar. Isso sugere que o uso de celulares pode ser mais seguro se o som vier da frente.
Antidepressivo apresenta bons resultados na tentativa de parar o vício do cigarro
A nicotina provoca dependência química tão forte, que, dos 20 milhões de americanos que tentam largar de fumar anualmente, apenas 6% conseguem. Os adesivos de nicotina disponíveis no mercado ajudam, mas 70 a 80% dos que os usam, falham. Um dos fatores responsáveis por essas falhas parece ser a depressão psicológica que o fumante experimenta quando tenta livrar-se da dependência. Para avaliar o impacto do uso de um antidepressivo, a bupropiona, como auxiliar no tratamento das crises de abstinência da nicotina, foram estudados 893 adultos fumantes, dispostos a abandonar o cigarro. Nesse estudo, a bupropiona praticamente dobrou o número de pessoas que conseguiu manter-se livre da droga por pelo menos um ano. O efeito colateral mais encontrado entre os que tomaram o antidepressivo foi insônia.