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Data de Publicação: 16 de junho de 2008
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Norbert Lieth

Freqüentemente as mais conceituadas revistas do mundo têm publicado artigos sobre Jesus.

Nas reportagens percebe-se que realmente não se quer crer nEle. O que se vê são críticas e dúvidas sobre Sua pessoa. Sua vida é esmiuçada e Ele é considerado um mito. Mas, de qualquer forma, não é possível ignorar a Jesus Cristo, e apesar de todas as críticas as pessoas sentem-se atraídas por Ele, mais do que por qualquer outra personalidade histórica. Conforme uma pesquisa feita pela revista alemã “Der Spiegel”, apenas 27% dos alemães vêem Jesus como Filho de Deus, Salvador e acreditam na Sua ressurreição. Mas, no “ranking” de pessoa mais simpática Ele está em primeiro lugar, à frente de Lutero, de Gandhi, de Maria e do Dalai-Lama.

Por que será que, por um lado, não se quer crer em Jesus Cristo, mas por outro lado, mesmo assim, continua-se simpatizando com Ele? Certamente pelo fato dEle realmente ser o que reivindicou diante do governador romano: “Então, lhe disse Pilatos: Logo, tu és rei? Respondeu Jesus: Tu dizes que sou rei. Eu para isso nasci e para isso vim ao mundo, a fim de dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade ouve a minha voz” (Jo 18.37). Quase 800 anos antes que Jesus falasse essas palavras, Isaías escreveu por ordem de Deus: “Eis aqui o meu servo, a quem sustenho; o meu escolhido, em quem a minha alma se compraz; pus sobre ele o meu Espírito, e ele promulgará o direito para os gentios” (Is 42.1). Pelo contexto dessa passagem bíblica e pelo relato do batismo de Jesus (veja Mt 3.16-17) fica claro que esse servo não pode ser outro senão Jesus Cristo, o Filho do Deus vivo. Em Isaías 52 e 53 o profeta escreve sobre os sofrimentos pelos quais o Servo teria de passar no futuro. Quando então, quase 800 anos mais tarde, Jesus veio à terra e morreu na cruz do Calvário, cumpriu-se literalmente o que Isaías havia profetizado. Vamos citar apenas algumas passagens bíblicas a respeito:

– Ele seria desprezado e rejeitado por todos os homens (Is 53.3; compare Mt 26.56; 27.39).

– Ele seria alguém que tomaria sobre si a culpa da humanidade (Is 53.4-7; 10-12; compare 1 Tm 2.6; Cl 2.14; 2 Co 5.21; Rm 6.23).

– Ele seria traspassado (Is 53.5; compare Jo 19.16-18 e 34).

– Pelo Seu sofrimento Ele faria com que tivéssemos paz com Deus (Is 53.5b; compare Cl 1.20).

– Por ocasião do julgamento Ele ficaria calado (Is 53.7; compare Lc 23.9; Mt 26.62-63).

– Ele não poderia ser acusado de culpa ou mentira por ser justo e sem culpa (Is 53.9; compare Mt 26.59-60; Lc 23.4 e 14-15).

– Em Seu sofrimento Ele intercederia por nós (Is 53.12; compare Lc 23.34).

Jesus é muito mais do que se pode ler a Seu respeito em livros e revistas. As pessoas não deveriam escutar tanto os jornalistas, que em seus artigos apenas exprimem sua incredulidade pessoal, mas deveriam elas mesmas ler a Bíblia e procurar a verdade. Recentemente li a frase: “Pergunte ao próprio Deus se Ele existe!” Exatamente, todos deveriam fazer isso – pois Ele mesmo se revelará àqueles que O buscarem com sinceridade: “Buscar-me-eis e me achareis quando me buscardes de todo o vosso coração” (Jr 29.13). (Norbert Lieth)

Norbert Lieth será um dos preletores do 10º Congresso Internacional Sobre a Palavra Profética - Águas de Lindóia, 22 a 25/10/2008.

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