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O Americanismo e o Assassinato da Ulen (Parte 45ª)
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O Americanismo e o Assassinato da Ulen (Parte 45ª)

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Data de Publicação: 15 de junho de 2008
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... A RESPEITO DA MATÉRIA DESCRITA NO ARTIGO ANTERIOR, ANALISA E COMENTA O HISTORIADOR FELINTO RIBEIRO. "Sua excelência Ministro das Minas e Energia Senador Edison Lobão, anuncia em alto e bom som que o Brasil nunca mais sofrerá escassez de energia, que as hidrelétricas que estão sendo construídas irão abastecer folgadamente o mercado consumidor brasileiro. Gostaria de acreditar nas afirmativas de vossa excelência, porém, os antecedentes do atual governo nos leva a duvidar da afirmativa de seus ministros. De que adianta o Brasil ser auto-suficiente de energia e o governo onerar com impostos abusivos o nosso consumidor que vive em um país em que 10% da população concentra 75% de nossas riquezas? O presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou que o país é auto-suficiente de petróleo, não deveria ser taxado o nosso petróleo de aumentos insuportáveis porque somos auto-suficientes. A nossa produção tem capacidade de abastecer o nosso mercado e não estar sujeito a variação do preço do barril de petróleo em mercado internacional, que já ultrapassa a barreira dos US$ 135,00 o barril de petróleo na Bolsa de Nova York.

O Senador Mão Santa grande representante do vizinho estado do Piauí com a força do verbo declarou que o litro de gasolina no Brasil é mais caro 26 vezes do que um litro de gasolina na vizinha Venezuela. A gasolina brasileira exportada para o Paraguai é vendida mais barata do que a gasolina vendida no Brasil, os nossos viajantes costumam atravessar a Ponte da Amizade para abastecer os seus veículos em condições mais razoáveis. Qual a razão destes equívocos, será a falta de moralidade de nossos governantes ou excesso de tolerância de nosso povo na hora de eleger os nossos representantes? Será que o grande índice de analfabetismo e vício da compra de voto e o financiamento irregular de campanha, que está a contribuir para este estado de patologia política, acreditamos que sim. Precisamos importar o Hugo Chávez para vir reduzir o preço de nossa gasolina, pois o nosso PRESIDENTE LULA foi incompetente para reduzir.

A Construção da Represa de Boa Esperança seria a solução definitiva da energia no Maranhão, a esperança dos maranhenses se diluíram com as imposturas de nossos governantes, vários equívocos são registrados, o general Juarez do Nascimento Távora declarou que o Brasil não tinha petróleo, Monteiro Lobato escreveu a obra "O Escândalo do Petróleo", foi preso pelo governo Vargas e o petróleo jorrou no Estado da Bahia, município de Lobato. O ouro de serra pelada era suficiente para pagar a dívida externa do Brasil. A dívida externa aumentou e o ouro de Serra Pelada virou "Doril", até uma padaria que existia em Serra Pelada que era bastante próspera, enriqueceu o seu proprietário e desapareceu. Lamentavelmente, a postura de nossos políticos, em sua grande maioria, não merece credibilidade nas suas afirmativas. O Brasil já atravessou várias crises de natureza econômica, houve mudanças de moedas. Segundo a Revista Realidade do ano de 1967, o ministro da Fazenda nesta ocasião deu uma entrevista afirmando que o dinheiro brasileiro vinha da Inglaterra a bordo de um navio e um dos pacotes desapareceu misteriosamente, o governo Getúlio Vargas resolveu mudar a moeda de mil-réis para cruzeiro, conforme o decreto Lei nº 4.791, de 05/10/42 foi implantado o Cruzeiro (Cr$) com a paridade de 1.000 réis = 1,00 cruzeiro.

AÍ VAI UM POUCO DA HISTÓRIA DAS MOEDAS NO BRASIL

CRUZEIRO: Em 1942, com a inflação durante a 2ª Guerra, o Real vira Cruzeiro e 3 zeros são cortados. Em 1964, a fração centesimal do Cr$, denominada centavo foi extinta pela Lei 4.511 de 01/12/64. Cr$ 01/11/42 a 12/02/67 1.000 réis = 1 cruzeiro

CRUZEIRO NOVO: Com a inflação, o poder de compra do Cruzeiro é corroído, mais 3 zeros são cortados. Em 1967, com base do Decreto-Lei nº 1 de 13/11/65 e Resolução do Banco Central nº 47, de 13/02/67 foi criado o Cruzeiro Novo (NCr$) com a paridade de 1.000 cruzeiros = 1,00 cruzeiro novo. NCr$ 13/02/67 a 14/05/70 1 mil cruzeiros = 1 cruzeiro novo. CRUZEIRO: Em 1970 o Cruzeiro Novo volta a ser chamado de Cruzeiro. Com base na Resolução do Banco Central nº 144, de 31/03/70 o Cruzeiro Novo passou a denominar-se Cruzeiro (Cr$).

Em 1984, a fração centesimal do Cr$ criado em 31/03/70, foi extinta a partir de 16/08/84 com a promulgação da Lei nº 7.214 de 25/08/84. Cr$ 15/05/70 a 27/02/86 1 cruzeiro novo = 1 cruzeiro. CRUZADO: Em 28/02/86 o Plano Cruzado corta 3 zeros da moeda, que passa a se chamar Cruzado.

No próximo artigo continua a

HISTÓRIA DAS MOEDAS NO BRASIL.

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