Assaltos a restaurantes
Um trabalho de investigação desenvolvido em conjunto por policiais militares e agentes da Superintendência de Polícia Civil da Capital resultou na prisão de dois acusados e na desarticulação de uma quadrilha de assaltantes que vinha agindo em São Luís. O bando fez assaltos simultâneos no bairro Vinhais, postos de combustíveis e restaurantes, além de tomar veículos para a prática de crimes.
Arma, jóias, dinheiro e notebooks - O primeiro a ser preso foi Sandro Serrão Batista, o “Perneta”, residente na Vila Kiola. O bandido foi preso pela guarnição de uma VTR-Moto, com apoio da VTR comandada pelo sargento Alberto. Durante a revista os policiais apreenderam um revólver Rossi 38, com seis balas, além de uma pasta contendo dois notebooks, jóias e R$ 258.
Reconhecido pelas vítimas – “Perneta”, que é portador de deficiência física, foi levado para o PC Cohatrac e posteriormente para o 4º DP (Vinhais), onde passou por interrogatório a cargo da delegada Kassirene Pereira Ribeiro, que preside inquérito sobre vários assaltos na área. Ele confessou seu envolvimento com o bando, porém se recusou a dar os nomes dos comparsas e mencionou apenas o chefe, conhecido como “Chiquinho”, que a delegada acredita ser invenção do acusado.
No 4º DP, “Perneta” foi reconhecido por José Márcio, dono dos notebooks e do Honda Fit, tomado de assalto pela quadrilha. Também foi reconhecido pelo vigilante de uma das lojas assaltadas no Vinhais, pelo pessoal do Restaurante Bacalhau & Cia., no Turu, assaltado na noite de quinta-feira (29) e pela senhora Luzia, cuja casa também foi invadida pelos quatro bandidos que lhe roubaram cerca de R$ 4 mil, jóias e outros pertences.
Comparsa também é preso – Já a equipe de policiais da SPC conseguiu prender o assaltante Flávio Rodrigo Coelho Pereira, 20 anos, o “Flavinho”, morador na Vila Operária e também integrante da quadrilha desarticulada. Depois de interrogado, ele resolveu colaborar com a polícia, e “abriu o jogo”, confessando participação nos últimos assaltos atribuídos ao bando e “entregando” os comparsas, cujos nomes estão sob sigilo e poderão ser presos a qualquer momento.