Na tarde de ontem, por volta das 16h20, um ônibus da empresa Primor atropelou e matou um idoso de aproximadamente 60 anos, conhecido como Ceará, na Avenida Jaime Tavares, em frente ao Mercado do Peixe, no Portinho.
O policial militar R. Silva estava fazendo ronda na Praça D. Pedro II, quando foi avisado pelo Centro Integrado de Operações Policiais (Ciops) do atropelamento e se dirigiu. Agentes da Secretaria Municipal de Trânsito e Transporte (SMTT) também foram acionados para coordenar o trânsito na avenida, que ficou lento durante o fim da tarde.

Populares informaram que Ceará estava embriagado e brincava de atravessar a avenida por várias vezes. A vítima ainda foi impedida por uma pessoa e colocada no canteiro, mas acabou dormindo. Quando acordou, Ceará ficou de pé no meio-fio e acabou sendo colhido pelo pneu traseiro do ônibus.
Segundo Jocélio Castro, perito do Instituto Médico Legal, Ceará deve ter sofrido algum impacto que o jogou ao chão na hora que o ônibus ia passando. Ele teve a cabeça esmagada e ferimentos em uma das pernas, vindo a morrer no local do acidente.
O ônibus que atropelou Ceará, placas GZG-0382, faz a linha Bequimão/São Francisco, e era conduzido por Carlos Alberto Castro Sanches, 42 anos, que saiu do local direto para o Corpo de Bombeiros, na Avenida Kennedy, temendo por sua segurança. De lá foi conduzido ao Plantão Central da Rffsa, na Beira-Mar.
Daniel Cunha, encarregado de tráfego da empresa Primor, informou que vai aguardar alguém da família de Ceará se manifestar para dar o apoio que for necessário, independente das investigações policiais.
Até o final da tarde de ontem, ninguém da família da vítima havia sido localizado. Feirantes que trabalham próximo ao local do acidente disseram que Ceará dizia morar na Raposa. O corpo dele foi levado para o IML onde permanecia sem identificação até o fechamento desta matéria.
(Da Redação)