Entidades da sociedade civil organizada encaminharam ao governador Jackson Lago pedido para que seja respeitada a vontade expressada nas urnas nas eleições para o cargo de procurador geral de Justiça do Maranhão. São signatárias do documento a Associação dos Membros do Ministério Público (Ampem), Associação dos Magistrados do Maranhão (AMMA), Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral e Administrativa (MCCEA), Rede de Segurança Cidadã, Ordem dos Advogados do Brasil e Associação de Saúde da Periferia (ASP). As eleições acontecerão no próximo dia 12 de maio.
A disputa este ano está sendo travada entre sete candidatos. Concorrem às eleições no MP os promotores Luis Gonzaga, Gladston Fernandes de Araújo, José Osmar Alves e os procuradores Francisco das Chagas Barros de Sousa (atual procurador geral), Eduardo Jorge Hiluy Nicolau, José Henrique Marques Moreira e Maria de Fátima Rodrigues Travas.
No documento, as entidades reforçam que a escolha do mais votado é a atitude que mais se coaduna com os princípios da democracia e da austeridade na Administração Pública, uma vez que reconhece a vontade dos integrantes do Ministério Público como o paradigma de gestão e afasta qualquer dúvida sobre a atividade administrativa.
O promotor de Justiça Luis Gonzaga Martins Coelho diz que para uma instituição que pretende fortalecer os laços com a sociedade e o compromisso com a democracia é preciso estar atento às suas reivindicações. Ele também acredita que no momento em que for escolhido o mais votado, este terá mais representatividade e legitimidade vez que foi escolhido pela maioria.