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Pacientes com suspeita de dengue continuam a procurar hospitais e postos de saúde no Rio

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Data de Publicação: 6 de abril de 2008
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Rio de Janeiro - A procura por atendimento médico na capital fluminense transcorreu normalmente nos hospitais e postos de saúde ao longo do dia de ontem. A Agência Brasil esteve em postos localizados em zonas de alta incidência da doença e em quatro hospitais da rede pública. A informação também foi confirmada pelas secretarias estadual e municipal de Saúde.

Pacientes como Antonio Carlos Raposo, atendido no posto Milton Fontes, em Engenho de Dentro, zona norte, elogiou o local. “Está bastante vazio, fui bem tratado e só estou esperando o resultado do exame”, contou. O local recebe 300 doentes por dia. Hoje, cerca de 80 procuraram a unidade, segundo os médicos plantonistas.

A unidade de Engenho de Dentro teve o horário ampliado para atendimento pela primeira vez. Até o último final de semana, fechava às 11h, hoje encerrou às 17h. Neste sábado, dos 145 postos da prefeitura, 95 ficaram abertos, 40 a mais que o normal. Nos Hospital Municipal Salgado Filho, no Méier, zona norte, e no Hospital Geral de Bonsucesso, ligado ao governo federal, a procura por atendimento também estava tranqüila. Já no Hospital Estadual Getulio Vargas, na Penha, alguns pacientes reclamaram da lotação.

“Está muito cheio, tem gente sentada nas cadeiras tomando soro porque não tem vaga”, contou a aposentada Ereni Pereira, que acompanha a neta. Mas apesar das reclamações, comerciantes e moradores afirmaram que o movimento estava menor do que ao longo da semana. A direção do hospital não recebeu a reportagem.

No Hospital de Campanha da Aeronáutica, o único das três unidades das Forças Armadas que recebe diretamente pacientes com dengue, o atendimento foi normal.

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