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Data de Publicação: 6 de março de 2008
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Por Jully Camillo

O gerente da Distribuidora Coelho e ex-diretor do Sampaio Corrêa, Edvaldo Coelho, rebateu as acusações feita pela mãe do motoboy Márcio Fernando Lima, assassinado durante um assalto à distribuidora, em janeiro do ano passado. Maria Francisca Alves Lima afirmou ao JP que Coelho nunca prestou nenhuma assistência à família, mas o gerente ontem disse à reportagem que em momento algum deixou de cumprir com os deveres que cabiam à empresa.

Ele explicou que além do pagamento total da rescisão feita a viúva de Márcio Fernando Lima, a empresa se preocupou em aposentá-la para que recebesse o benefício da pensão vitalícia.

Segundo Edvaldo Coelho, há várias inverdades nas declarações da mãe da vítima, como, por exemplo, no que diz respeito à prisão dos envolvidos no latrocínio. Ele confirmou que até o momento existem três pessoas presas e não apenas Abdias Nogueira (o “Zefrim”). “Pelo que me consta, apenas o ex-policial Arnaldo Junior ainda não foi preso e temos informações de vários delitos que ele continua cometendo. Acho que ele ainda não foi preso porque deve ser protegido por alguém”, declarou o gerente.

Outra contestação de Coelho foi quanto à assistência dada à família do motoboy. Ele disse que além de ter estado presente no velório, doou um ônibus para levar familiares e amigos do motoboy até o cemitério e pagou o formol para ser aplicado no cadáver. “Eu solicitei a nota fiscal porque não sou dono da empresa, sou apenas o gerente e preciso prestar contas do dinheiro que entra e que sai. E mesmo depois de termos cumprido com todas as nossas obrigações, a viúva do Márcio nos colocou na Justiça pedindo uma indenização de R$ 400 mil, por danos morais e materiais”, afirmou.

Edvaldo destacou que o acontecido não foi culpa da empresa e sim uma questão de segurança pública, que não cabe a ele resolver.

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