O empresário Cecílio do Rego Almeida morreu na sexta-feira em Curitiba (PR), aos 78 anos. Ele se sentiu mal pela manhã, em casa, e foi internado na UTI do Hospital Santa Cruz, que não informou a causa da morte do empresário. C.R. Almeida, como era conhecido, era dono da empreiteira que leva seu nome e de negócios no setor agropecuário, de concessão de rodovias e na área química.
Almeida foi apontado como detentor de uma das maiores fortunas do Brasil. Em 1992, a revista norte-americana Forbes o relacionou como proprietário de um patrimônio avaliado em US$ 1,3 bilhão. No auge de seus negócios, o empresário fechou grandes contratos com a União para construção de obras rodoviárias por todo o país a partir do governo de Juscelino Kubitschek, na década de 50, até os anos 70, no regime militar.
Polêmico, C.R. Almeida também se envolveu em acusações de grupos ambientalistas e do Ministério Público Federal de ser o dono de vastas extensões de terras no Norte do país por meio da prática de grilagem (apropriação ilegal) – o que sempre negou.