Humor do Asfalto
Os dois motoqueiros pancada
Dois motoqueiros em alta velocidade numa avenida, fala um para o outro (enquanto uma velhinha atravessa a avenida):
-Olha lá a véia, mano..
-Tô vendo mano..
-olha lá a véia, mano..
-Tô vendo mano..
E cada vez mais perto da véia.
-Olha lá a véia, mano..
-Tô vendo mano..
-Olha a véia mano..
-Tô vendo mano..
-Olha a véia mano..
-Tô vendo mano
Até que atropelam a véia
-Orra mano, pensei que se ia erra...
Pára-Choque de Caminhão
Tudo na vida é passageiro, menos o cobrador e o motorista
Sogro rico é igual a porco gordo: só dá lucro quando morre
Feliz é o papagaio: não pega Aids por que só dá o pé
Twin Cam A expressão, que identifica o duplo comando de válvulas, surgiu no MGA Twin Cam inglês do final dos anos 50. Depois viriam o Escort Twin Cam preparado pela Lotus e uma série de outros modelos. Hoje, com o uso freqüente das multiválvulas, caiu em desuso.
... que o fluido de freio é higroscópico, isto é, absorve a umidade do ar, reduzindo seu ponto de ebulição (fervura)? Por isso não é recomendável guardar um recipiente aberto para futura utilização.
... que todo motorista tem sua velocidade confortável e ideal para rodar numa determinada via, e que nas auto-estradas modernas, para a maioria, essa velocidade está em torno de 130 km/h?
... que a frente do primeiro picape S10 brasileiro, diferente da utilizada nos EUA, foi adotada pela marca japonesa Isuzu na produção de seu clone de nome Hombre?
Você é do tempo?
Esplanada 1967 apresentado no Salão do Automóvel de 1966. Foi a última criação da Simca do Brasil, absorvida pela Chrysler ainda em 1966.

Os boatos de que o Esplanada deixaria de ser produzido e seria substituído pelo Valiant de seis cilindros cessaram com a vinda ao Brasil de Eugene Caffiero, gerente geral dos assuntos da Chrysler para a América Latina: Caffiero afirmou categoricamente a intenção da empresa de manter o Esplanada em regime normal de produção.
A primeira providência adotada pela nova administração foi aperfeiçoar a qualidade dos produtos, colocando-os ao nível dos da Chrysler internacional. Enquanto seguiam para os Estados Unidos um Regente e um Esplanada para serem submetidos a duríssimos testes, que resultariam em 53 modificações para melhoramentos imediatos, chegaram ao Brasil, em março de 1967, os primeiros funcionários americanos da Chrysler. Finalmente, em junho do mesmo ano, a empresa passou a denominar-se oficialmente Chrysler do Brasil S/A Indústria e Comércio; os carros Esplanada e Regente passaram a sair da fábrica com uma plaqueta de identificação com os dizeres: “Fabricado pela Chrysler do Brasil”.
Fonte Carroantigo