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A divina providência
Alma de crocodilo
Em busca da qualidade perdida
Machado Assis, arte vencedora

Machado Assis, arte vencedora

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Data de Publicação: 15 de março de 2008
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Aldinha Sousa *

A Literatura Brasileira qual uma caixa de tesouro, abre-se e junto ao momento se vive o prazer de escrever da nobreza dos escritores, e no instante fala-se de Joaquim Maria Machado de Assis, que era neto de escravos e filho de um pintor de paredes e de uma lavadeira portuguesa.

Machado de Assis, menino pobre que desde muito cedo conheceu a vida dura de várias profissões, como: Principiante de tipógrafo, vendedor de doces, a seguir jornalista, revisor de textos, funcionário publico, escritor de contos e romances, autor de poemas, crônicas e peças teatrais, após então, se contorna como primeiro presidente da Academia Brasileira de Letras, fundada em 1897 no Rio de Janeiro e, posteriormente por ser o primeiro presidente da Casa, á Academia aufere o nome de Casa de Machado de Assis. Corajosamente se torna um dos maiores gênios da literatura nacional.

Na sua infância delicada foi acometido de epilepsia, embaraçando os seus movimentos. Além disso, tinha gagueira, mas, mesmo assim se divertia com suas pipas, lagartixas, e se contentava no anseio do nascimento dos passarinhos de ninhos cuidados por ele.

Machado de Assis perdeu sua mãe e sua irmã muito cedo, quem sabe, isto lhe tornou um menino curioso, passando a se impressionar e observar os sinais, as expressões e o desempenho das pessoas.

Aos dezesseis anos escreveu e publicou seu primeiro poema, e ininterruptamente nas suas horas vagas, Machado imergia-se na leitura e com fidúcia, este movedor lhe volveu um dos maiores célebres do País.

Na época ser escritor não incluía assaz retorno, por isto se tornou funcionário público. Mesmo assim, com as esfinges prosseguia escrevendo, sobrepujando os reptos e, então se torna um escritor engenhoso e reverenciado.

Comboiado de sorte Machado sem saber o amanhã, com seus vinte anos de idade um pessimismo e uma descrença lhe acompanhavam, demonstrando frieza, talvez pelo passado de aprendiz de tipógrafo, redator de jornal, e já com seu estilo literário passa a assinar crônica semanal.

Machado de Assis pensava que por ser mulato e pobre precisava esconder as dificuldades, e com isto, oculta as emoções, mas a arte aborda como um alívio e a direção Machadiana, explica que ficcionista e cronista peregrinam de mãos abrolhadas, e une de contínuo o social ao artístico e apreende que narrar o passado é exclusivamente inventar.

Há mais de cem anos os escritos de Machado de Assis ajuízam no contemporâneo analisados por causa dos pontos hodiernos e universais, como: crendice, psicose, existência, extinção, matrimônio, genealogia e contestações sociais.

Estamos aqui escrevendo e afirmando que os estudiosos da literatura dividiram a obra de Machado de Assis em duas fases: “Romântica” e “Realista”, com isto abrindo cancha para as teses psicológicas dos personagens.

Machado num lance maduro de sua obra escreve os livros Memórias Póstumas de Brás Cubas, Quincas Borba, Dom Casmurro e Memórias de Aires e nestas obras aborda em análise á configuração aflitiva e densa do ser humano, destacando suas aspirações, misérias, atributos e suas deformidades. Ele é o primeiro escritor brasileiro que produz perspicácia e evidência nos seus contos literários e sua obra de contista concorre com a de romancista, havendo certo excesso.

Machado de progênie contista garantiu que o conto leva a propósito o romance, mas se os dois forem inaudíveis. Acredita-se que Machado considerava de formato negativo os valores da coletividade, e com isto criticava a estimação romântica, devoção e a afeição sem obtenção.

A biografia de Machado de Assis, menino pobre e neto de escravos, filho de pintor e de lavadeira, gago e de saúde mimosa, nos inspiram no momento com emoção de ajuizar na perseverança, não obstante muitas vezes do pessimismo normal de um ser humano com dificuldades.

O menino rompeu com coragem, sobrepujando desafios. Como lei espiritual, a aula de uma vida que nos incentiva para a busca do conhecimento e nos empunharmos nas oportunidades que passam e não voltam mais.

A força e a vontade de Machado de Assis nos arremetem ao presente que poderá modificar a direção dos leitores deste artigo, sujeitos á determinação de acreditar, que podemos todas as coisas Naquele que nos fortalece.

Mais uma vez a caixa de tesouros se abre e fala-se da jóia centenária brasileira, que como arquétipo servirá, e empregaremos na essência da vida.

Maria Joaquim Machado de Assis a Arte Vencedora.

*Radialista, locutora apresentadora, escritora, poetiza e professora universitária.

aldablume@gmail.com

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