Um encontro que reuniu pesquisadores locais, a professora da Universidade Federal do Maranhão, Teresinha Rêgo, e o presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa e ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Maranhão (Fapema), Sofiane Labidi, marcou o início das atividades do Pólo de Biotecnologia do Maranhão, na tarde de ontem, na sede da Fundação.
Teresinha Rêgo, pesquisadora maranhense de respaldo internacional, foi especialmente convidada pelo professor Sofiane para coordenar a implantação do pólo. Ela acredita que dessa vez, através do apoio dado ao projeto pelo Governo do Estado por meio da Fapema, a biodiversidade do Maranhão poderá ser estudada e preservada. “Essa é uma necessidade antiga do nosso Estado, mas eu acredito que agora o projeto tem tudo para dar certo. Iremos alavancar a pesquisa na área da biotecnologia e poderemos também registrar as riquezas da fauna e da flora do Maranhão, através de estações de biodiversidade”.
A implantação do Pólo de Biotecnologia abre foco para a inovação e integração entre pesquisa e produção, desenvolvendo produtos e processos biotecnológicos. Para Labidi, “o Maranhão é um estado com grande potencial de riquezas naturais, por isso precisamos concentrar esforços para eleger projetos que possam gerar riquezas para o nosso Estado e que façam interface com a sociedade”.