Aos que apostaram na ineficiência do Sistema Segurança Cidadã, mais uma vez ficou demonstrado que o destino das aves de mau agouro é se afogar em suas próprias predições.
A violência no carnaval 2008 foi reduzida em 24% em relação ao carnaval do ano passado. A cidade nunca esteve tão bem policiada como agora, embora os sicários de Sarney tenham tido o desplante de reclamar do número de policiais e da presença da polícia nas ruas. O que mostra, claramente, que eles torcem para que pessoas sejam assaltadas, roubadas e assassinadas apenas para quer possam destilar seu ódio contra o governo Jackson Lago.
Quando fala em esforço coletivo, a secretária de Estado de Segurança Cidadã está se referindo ao trabalho de uma polícia integrada. O policiamento no carnaval, sem que houvesse excessos por parte da polícia, manteve os foliões mais afoitos e violentos nos limites desejados para uma festa que arrastou multidões pelas ruas de São Luís, conteve os bandidos e as poucas gangues que se aventuraram a perturbar a paz pública. A participação do Corpo de Bombeiros e do Batalhão de Trânsito precisa ser citada como parte dessa política de integração. Sem contar que o mesmo resultado pode ser aferido em outros grandes municípios do Maranhão, como Imperatriz, Codó e Caxias.
Foram atendidas 342 ocorrências durante o período carnavalesco. E a maioria deles ficou restrita a lesões corporais. No ano passado, no mesmo período, foram contabilizados 450 casos. O trabalho da Polícia Militar, conforme divulgado pela cúpula da Secretaria de Segurança Cidadã, mobilizou nada menos de 7.500 homens dando ao folião maranhense a oportunidade de se divertir sem o medo e o terror que comumente atinge a população em épocas como esta.
Destaque-se que o sucesso desta missão é também fruto da incorporação de mil novos policiais à PM, coisa que não acontecia há séculos no Maranhão.
É bom que se registre que durante este período de implantação do Sistema de Segurança Cidadã, novas regras foram incorporadas, inclusive e principalmente a qualificação dos profissionais de polícia, além dos resultados positivos do policiamento comunitário.
São avanços que encaminham o Maranhão para a redução da criminalidade, coisa que, aliás, muito propositadamente, nunca fez parte dos planejamentos dos governos comandados pela oligarquia Sarney.
Um cancro que é comum a todos os sistemas de segurança do país é a manutenção de presos de Justiça nos distritos policiais o que, além, de provocar superlotação, estimula fugas e acertos de contas entre os presos. E a secretária anunciou que, no caso do Maranhão, vamos terminar 2008 sem um preso de Justiça nas delegacias da capital.
Premonições são dotes dos médiuns e seres iluminados. Mas é possível fazer previsões em cima de fatos. E todos os fatos nos induzem a pensar que até o final desse governo o Maranhão será, proporcionalmente, o Estado menos violento deste país.