Jornal Pequeno - 57 anos
São Luís,
Direito 2 - Notícias de Direito a cada 1 hora
Edição 22,529
Edição 22,529

CAROLINA FERRAZ - 'EU PRECISEI PASSAR DOS TRINTA PARA FICAR MAIS FEMININA'
CHRISTINE FERNANDES – 'O FATO DE DEIXAR DE SER LOURA VAI GERAR MUITAS MUDANÇAS EM MIM'
O DESAFIO DA FEBRE AMARELA
Social - RibaUm
Resumo das Novelas
Pequeno Suplemento

O DESAFIO DA FEBRE AMARELA

Diminuir corpo de texto Aumentar corpo de texto

Data de Publicação: 24 de fevereiro de 2008
Envie para: Envie para o Del.icio.us  Envie para o Digg  Envie para o Reddit  Envie para o Simpy  Envie para o Yahoo My Web  Envie para o Furl  Envie para o Blinklist  Envie para o Technorati  Envie para o Google Bookmarks  Envie para o Stumble Upon  Envie para o Feed me links  Envie para o Ma.gnolia  Envie para o Newsvine  Envie para o Squidoo  

Felinto Ribeiro

E-mail:

felintoribeiroescritor@yahoo.com.br ou Site:

www.felintoribeiro.xpg.com.br

O primeiro desafio da Febre Amarela em território nacional foi no governo do presidente Rodrigues Alves de 1902 a 1906. O presidente Rodrigues Alves escreveu com letras de ouro o sucesso contra a febre amarela. O grande general desta luta foi o dr. Osvaldo Cruz, aquele médico sanitarista que vivia anonimamente no bairro da Gávea-RJ. O mérito destes dois personagens, a história registra como heróis nesta luta, nenhum foi mais importante do que o outro. O presidente Rodrigues Alves foi o comandante supremo e Osvaldo Cruz foi aquele general que partiu para o campo de batalha arriscando a sua própria vida. Como medida saneadora ele teve que aplicar medidas cruéis e impopulares para debelar o mosquito responsável pela epidemia.

Teve que retirar a cobertura dos barracos dos bairros do Rio de Janeiro, cujo barracos serviam de abrigo para o mosquito criminoso. Os óbitos eram em quantidades que seriam conduzidos sem identificação das vítimas para o cemitério do Rio de Janeiro, por um veículo cognominado "rabecão" e lançado os corpos em vala comum.

As lágrimas das famílias das vítimas já haviam secado a dor da perda de seus entes queridos, abrangia a comunidade quase que total do Rio de Janeiro. Dr. Rodrigues Alves e dr. Osvaldo Cruz foram os anjos do bem que vieram com sabedoria e determinação combater aquela epidemia que estava destruindo a sociedade brasileira.

Há mais de um século esta epidemia volta a atacar a sociedade brasileira, apesar dos avanços da tecnologia e dos meios de comunicação, venho lamentar a falta de empenho do governo das autoridades sanitaristas, responsável pelo ataque à epidemia.

As autoridades têm de atender os gritos de socorro, escrevo esta mensagem, não agredindo as autoridades sanitárias, mas pedindo melhor empenho na execução das tarefas atinente ao combate à febre amarela. Vários pedidos têm sido formulados a este humilde escritor, acusando a inexistência de vacina para imunizar a nossa sociedade deste infeliz mosquito destruidor. Ao ministro da Saúde Temporão, formulo o nosso apelo, como embaixador de várias vítimas da ausência da vacina redentora. O momento é grave, a necessidade imperiosa que a sociedade em peso venha se mobilizar no combate a esta praga maligna. Estarei certo de que o ministro Temporão e que o presidente Lula terão a sensibilidade necessária para acolher o nosso grito de socorro e abastecer com a possível urgência as vacinas que irão proteger a nossa população da contaminação deste mosquito criminoso.

Aproveitamos o ensejo para alertar a vigilância sanitária nos aeroportos, e principalmente nas estações rodoviárias, onde poderá ocorrer a existência de passageiros contaminados pela febre amarela. A vigilância sanitária se torna imprescindível e urgente para a melhor proteção de nossa população. Estarei certo que o governador do Estado, dr. Jackson Lago, além de chefe de estado é médico e deve estar consciente do grave risco desta epidemia. Espero que as autoridades sanitárias do estado venham se juntar formando uma cruzada comum em defesa da grave ameaça da febre amarela. O nosso apelo já foi formulado, vamos aguardar as providências das autoridades. A semente já foi plantada, esperamos que a fertilidade da consciência de nossos governantes irá germinar e produzir bons frutos em futuro não muito distante.

Esperamos que os nossos postos de saúde venham receber grandes remessas de vacinas em condições de atender à grande procura de pessoas a estes postos em busca de vacinas.

Acreditamos que o nosso apelo encontrará guarida junto às autoridades responsáveis pelo problema.

O ministro Temporão e o presidente Lula poderão com o bom desempenho nesta luta deixar os seus nomes gravados nos anais da história com letras de ouro, imitando o bom exemplo do presidente Rodrigues Alves e do dr. Osvaldo Cruz.

Aproveito a oportunidade, para manifestar o nosso otimismo e confiança no empenho contínuo e caloroso das autoridades.

Recomende esta página Imprimir esta Matéria

Links Patrocinados
 
Jornal Pequeno - O Órgão das Multidões
Copyright 2002 - 2008 Jornal Pequeno. Todos os direitos reservados
Rua Afonso Pena, 171, Centro - São Luís - MA
(98) 3232-7642 Geral - redacao@jornalpequeno.com.br