Jornal Pequeno - 57 anos
São Luís,
Direito 2 - Notícias de Direito a cada 1 hora
Edição 22,515
Edição 22,515

A força do segredo
As análises dos números das estatísticas e a análise das falas dos educadores e sociedade civil
Carnaval de Alegria
A condenação pela Justiça na correção dos planos econômicos dos créditos do trabalhador na caixa de previdência privada
O parto invisível do poema
CARTÃO CORPORATIVO: NOVO SIGNIFICADO DE CORRUPÇÃO
O ENSINO DA RESPONSABILIDADE TRIBUTÁRIA NAS ESCOLAS

Carnaval de Alegria

Diminuir corpo de texto Aumentar corpo de texto

Data de Publicação: 10 de fevereiro de 2008
Envie para: Envie para o Del.icio.us  Envie para o Digg  Envie para o Reddit  Envie para o Simpy  Envie para o Yahoo My Web  Envie para o Furl  Envie para o Blinklist  Envie para o Technorati  Envie para o Google Bookmarks  Envie para o Stumble Upon  Envie para o Feed me links  Envie para o Ma.gnolia  Envie para o Newsvine  Envie para o Squidoo  

Opinião

Gutemberg Araújo*

Acabou-se o que era doce e o que restou, além do cansaço, foi uma sensação de alegria. O carnaval é uma festa popular que oxigena a auto-estima do povo. Nele, a palavra de ordem é a igualdade. O rei é plebeu. O plebeu é rei convivendo num mundo onde os valores e objetivos são comuns: a diversão. A senha é a criatividade e a identidade jogada para o espaço é apenas um detalhe sem importância. Lá somos simplesmente “Os Foliões”, espécie tradicional que além de promover a folia e disseminar a alegria, mostraram a todos que é possível e fraterna a convivência de gerações. O velho e eterno coringa foi a sensação no carnaval do século XXI.

Unidos e “Liberais” assim vamos nós. Liberais foliões que seguiram rodando, pungando, homenagearam o tambor de crioula, a negra Áurea. Liberais exemplos de amizade e humildade que fazem da fé dos seus princípios a maior bandeira do carnaval.

Carnaval onde o suor e as emoções nos rostos regulados pelas batidas dos tambores fazem entender que esses foliões são mesmo uns “Fanáticos”. Fanáticos, jovialmente fanáticos, que fazem da sua marcação um convite à liberdade e à paz. Seguiram pelo circuito da vida isentos de qualquer preconceito e cantaram os velhos carnavais que saindo da boca de pessoas tão jovens nos faz ter a esperança de que o novo e o velho podem e devem conviver de braços dados com muito respeito.

O carnaval com os seus três dias que mais parecem três anos tantas são as lembranças. É efervescente. O dia ainda nem começou e lá vem a “Banda do Galo”, do Lira para o mundo, a despertar quem nem dormiu. Arrastaram multidões. Uma verdadeira família!

O carnaval é uma viagem de emoções, ilusões e realizações. Basta imaginar e tudo pode virar realidade. Imaginem um lava jato, que sem clientes, vira um lava pinga. “Lava Pinga” que como mágica fez o povo subir ao Monte da Alegria: o Monte Castelo e, juntos, fazer como uma família uma grande festa. Fez os velhos moradores sentarem à porta e ver o desfile de alegria e emoções e, sem dúvida, recordar bons tempos.

Carnaval é desprendimento. É a oportunidade de, por meio da alegria, cada um contar a sua história. Basta querer. São os “Los Barkeros, Los Parceiros” e tantos amigos que juntos contribuíram para a alegria, para a diversão amiga e saudável. Assim foi por onde eu passei. No mais, parabéns a todos e bom 2008 com muitas vitórias.

Até o próximo carnaval.

*Médico e vereador

Recomende esta página Imprimir esta Matéria

Links Patrocinados
 
Jornal Pequeno - O Órgão das Multidões
Copyright 2002 - 2008 Jornal Pequeno. Todos os direitos reservados
Rua Afonso Pena, 171, Centro - São Luís - MA
(98) 3232-7642 Geral - redacao@jornalpequeno.com.br