Jornal Pequeno - 57 anos
São Luís,
Direito 2 - Notícias de Direito a cada 1 hora
Edição 22,355
Edição 22,355

Colunas
Charge do Dia
Contexto
RIBA UM - Social
Microondas
Informe JP - Zé Reinaldo passa bem
CANTO DA MÁXIMA
Cartas ao Dr. Pêta
Atos, Fatos & Baratos
Home » Edições » 2007 » Agosto » Edição 22,355 » Colunas

RIBA UM - Social

Diminuir corpo de texto Aumentar corpo de texto

Data de Publicação: 28 de agosto de 2007
Envie para: Envie para o Del.icio.us  Envie para o Digg  Envie para o Reddit  Envie para o Simpy  Envie para o Yahoo My Web  Envie para o Furl  Envie para o Blinklist  Envie para o Technorati  Envie para o Google Bookmarks  Envie para o Stumble Upon  Envie para o Feed me links  Envie para o Ma.gnolia  Envie para o Newsvine  Envie para o Squidoo  

ribaum2000@yahoo.com.br

9966 0058

A partir de hoje esta coluna circulará semanalmente, às terças-feiras, abordando um tema: a educação na escola pública. O programa “Informação & Educação”, neste primeiro momento, tem como público-alvo a comunidade do Centro de Ensino Médio Mário Meireles.

Mário Martins Meireles

Ele nasceu numa data simbólica, o Dia Internacional da Mulher. As filhas, Ana Maria Martins meireles e Ana Otília Meireles Teixeira, traduzem muito bem a forte ligação dele com o chamado “sexo frágil”. Do signo de “peixes”, Mário Meireles ingressou no magistério no Colégio Cysne, em São Luís, no ano de 1939. A água marca assim constante presença na vida do Catedrático e Fundador da Faculdade de Filosofia de São Luís. Precoce, iniciou carreira no serviço público através do Ministério da Fazenda, lotado no Departamento do Imposto de Renda. Serviu nos estados da Bahia, Rio de Janeiro (então Distrito Federal) e Minas Gerais, onde foi Delegado Seccional em Juiz de Fora de 1942 a 1944. No Maranhão, foi Delegado Regional por duas ocasiões - de 1939 a 1940 e de 1944 a 1965. Membro da Junta de Presidentes da I Convenção Nacional de Agentes Fiscais do Imposto de Renda em São Paulo, em 1960, aposentou-se cinco anos depois no cargo de Agente Fiscal de Tributos Federais. Aposentado, exerceu as funções de diretor do extinto Banco do Maranhão e de Secretário Chefe da Casa Civil do Governador Pedro Neiva de Santana (1972 a 1975).

Alain Belda, Jomar Moraes e Mário Meireles

Membros da Academia Maranhense de Letras

O magistério era uma de suas paixões. Em 1940 ingressou na carreira como professor de História Universal e do Brasil no Colégio Cysne. No ano de 1953 tornou-se professor universitário lencionando História da América. Na Universidade Federal do Maranhão chefiou o Departamento de História, foi assessor e chefe de gabinete do reitor, vice-reitor e coordenador do Núcleo de Documentação e Pesquisa Histórica e Geográfica, além de membro do Conselho Diretor por vários mandatos.

A galeria de fundadores do Insituto Histórico e Geográfico do Maranhão tem nele um de seus edificadores. Foi secretário, tesoureiro, vice e presidente em repetidas gestões. Por duas vezes integrou o Conselho Estadual de Cultura e foi consultor técnico do Diretório Regional de Geografia e membro da Subcomissão Nacional de Folclore.

Dentre outras comendas, foi agraciado com as Medalhas “do Mérito Timbira”, do “Tricentenário da Fundação de São Luís”, do “Sesquicentenário da Adesão do Maranhão à Independência”, “João Lisboa”, “de La Ravardière”, “Sousândrade do Mérito Universitário”, “Ordem das Palmas Acadêmicas”, “Ordem do Rio Branco”, “Ordem dos Timbiras”, “Ordem Nacional do Mérito de Portugal” e “Simão Estácio da Silveira”. Todas as mais altas condecorações da Assembléia Legislativa, do Governo Federal, do Governo do Maranhão, da Prefeitura e da Câmara Municipal de São Luís.

A sede de conhecimento foi intensa durante toda a vida e ele tornou-se sócio correspondente das Academias de Letras do Triângulo Mineiro, Paulista, Carioca, Santista e Paraense e dos Institutos Históricos e Geográficos de Santos, da Parabíba, do Distrito Federal e Brasileiro. Foi membro fundador da Sociedade Brasileira de História da Medicina, de São Paulo.

Mário Martins Meireles ocupou a Cadeira nº 9 da Academia Maranhense de Letras, que tem como Patrono Antonio Gonçalves Dias e foi fundada por Inácio Xavier de Carvalho. Seu antecessor foi Catulo da Paixão Cearense. Morreu em 10 de maio de 2003, quando a mãe de sua primeira bisneta, Micheline, estava com três meses de grávida de Joana, hoje mais uma mulher integrante do time que ele presidiu.

Recomende esta página Imprimir esta Matéria

Links Patrocinados
 
Jornal Pequeno - O Órgão das Multidões
Copyright 2002 - 2008 Jornal Pequeno. Todos os direitos reservados
Rua Afonso Pena, 171, Centro - São Luís - MA
(98) 3232-7642 Geral - redacao@jornalpequeno.com.br