Crônica: Ricardo Alves
Técnico de futebol
ricoalves1@hotmail.com
Todos os brasileiros nesses jogos pan-americanos ouviram do Ipiranga às margens plácidas. Nossos atletas demonstraram que um filho teu não foge à luta. Mostraram ao mundo que somos um povo heróico o brado retumbante. Quem dera que o sol da liberdade, em raios fúlgidos, iluminasse a nossa classe política tão desacreditada. O esporte brasileiro brilhou no céu da Pátria nesse instante. Nossas medalhas conseguimos conquistar com braço forte. No peito de cada brasileiro a sensação de amor e de esperança à terra desce. Ó pátria amada, idolatrada, Salve! Salve!
Somos um país gigante pela própria natureza, belo, forte, impávido colosso. Precisamos combater a violência, a corrupção, as desigualdades sociais. As escolas não ensinam mais a cantar o hino nacional brasileiro, o que é lamentável. O esporte tem feito o seu papel, dando esperança, dignidade, auto-estima, principalmente, a muitas crianças abandonadas ao léu e sem perspectiva de vida. Nossas crianças precisam acreditar que nossos bosques têm mais vida. A dedicação e superação dos nossos atletas nos encheram de alegria e de emoção. Fulguras, ó Brasil, florão da América, iluminando ao sol do novo Mundo. A grande expectativa é que o esporte continue depois dos jogos tendo o apoio e o incentivo dos nossos governantes e das empresas privadas. Uma terra adorada entre outras mil, és tu, Brasil, ó Pátria amada! Dos filhos deste solo és mãe gentil Pátria amada, BRASIL!