Cartas ao Dr. Pêta(drpeta@box.elo.com.br)
Caro Dr. Pêta;
Aos maranhenses e em especial meus conterrâneos pinheirenses. Gostei muito do que escreveu, aqui no JP, o Sr. João Vitório, com coerência e contagiado pelo anseio da comunidade pinheirense, de receber o governo do Dr. Jackson Lago a dívida social que se acumulou durante os anos de mando oligárquico da família Sarney. Depura-se do texto mencionado um certo alerta, um conselho de quem conhece as pessoas que estão nos postos do governo. Não se trata de dor de cotovelo, mas sim de um sentimento nobre, que é o da cidadania, de querer ver mudanças positivas em nosso estado.
Durante longos 40 anos, a oligarquia Mendes, subsidiária da oligarquia Sarney em Pinheiro, arrancou do nosso povo e de nossa cidade todas as expectativas de progresso. José Sarney foi presidente da República, com todo orçamento nacional debaixo de sua caneta, a sua filha Roseana Sarney governadora durante oito anos, e o que se vê em Pinheiro: um projeto de esgoto sanitário inacabado, uma escola agrotécnica fantasma, um aeroporto “internacional” de mentirinha, uma massa de jovens enganados com cerveja e forró, agricultores lesados pelos famigerados intermediários dos programas de assentamentos, comunidade viva, cédula da terra e outros mais.
Esse é o sentimento que nos move. Viramos uma página da história do Maranhão e precisamos acompanhar essa virada em Pinheiro. Agora é a vez do povo. Contem comigo.
(Geraldo Junior – ex-vereador)
Prezado Dr. Pêta;
O poder executivo de São Domingos do Maranhão deveria ter aprendido com a resposta das urnas nas últimas eleições e deixar de causar tantos males e entraves à classe de professores no município. Sai Fundef, entra Fundeb e quase nenhum incremento surge para o contra-cheque dessa classe tão massacrada: é salário indecoroso, falta de planos e cargos, não pagamento do abono do antigo Fundef e o salário-família.
A última tentativa de manobra apresentada por esse poder foi uma reunião de emergência para apresentação do famoso Fundeb (sobre aquilo que os professores já tinham consciência) e a anúncio de que está em discussão o plano de carreira (a mesma estória dos últimos 10 anos, a qual a classe já está cansada de ouvir), numa tentativa de persuadir alguns e frustrar uma manifestação pública que estava marcada para o último dia 17, no sentido de anunciar à sociedade sandominguense os desvios de conduta da secretaria municipal de educação do município. Convocamos o Jornal Pequeno para nos ajudar nessa empreitada e solicitamos ao TCE, TCU, Procuradoria-geral, Ministério Público Federal, Assembléia legislativa e quem mais tiver competência para investigar a aplicação dos recursos da educação nos últimos anos no município. Queremos saber para aonde foram os recursos do Fundef ?
(Flávio Costa – engenheiro agrônomo, professor e presidente da ONG Adecip – São Domingos MA)
Caro Dr. Pêta;
Em resposta à carta enviada pela direção do Hospital de Itapecuru, venho tentar esclarecer alguns pontos. O que dizer das ambulâncias que vivem sem gasolina/diesel, se no final do mês o hospital paga uma quantia enorme de combustíveis? Será que estão abastecendo carros particulares? Em resposta à carta enviada pela direção do Hospital de Itapecuru, venho tentar esclarecer alguns pontos. Senhor diretor, somos do mesmo grupo político, portanto, não faço denúncias, apenas mostro a realidade que o sr. tenta esconder com números. Como pode o serviço de ortopedia estar em fase de inicialização, se havia um ortopedista trabalhando aí, que foi demitido por um certo “funcionário”, que se diz seu substituto, por não aceitar fazer mais de 40 consultas/dia?
(Antonio Moreira – Itapecuru – MA)
amoreirag@yahoo.com.br
Nota do editor – As cartas e e-mails endereçados ao JP e ao Dr. Pêta devem conter nome, endereço e o telefone dos respectivos autores.
0 pessoas comentaram a notícia "Cartas ao Dr. Pêta"
Deixe o seu comentário
Você deseja ver o seu avatar no seu próximo comentário? Você precisa do Gravatar.
* Os textos publicados neste espaço são de responsabilidade única de seus autores e podem não expressar necessariamente a opinião do Jornal Pequeno.