O Palmeiras chegou ao limite com o atacante maranhense Kléber. Depois de ter praticamente sacramentado a negociação na segunda-feira passada, a diretoria garante que agora é a vez do jogador mostrar interesse em vestir a camisa alviverde no Campeonato Brasileiro e busca alternativas para o setor. “Como ele não veio para conversar, não vamos mais procurá-lo. Se o Kléber quiser realmente jogar aqui, que venha falar com a gente. A nossa parte já foi feita”, afirma o diretor de futebol Genaro Marino.
Sem Kléber, o esperado reforço para o ataque do Palmeiras é um outro jogador maranhense, Max Brendon, originalmente contratado para fazer parte do time B. Max tem 23 anos e foi um dos destaques do América-RN na Série B do Brasileiro, no ano passado, mas só pôde assinar com o Palmeiras depois de resolver um imbróglio judicial com o Corinthians de Alagoas. A novela durou cinco meses.
“O Max é um namoro antigo do Palmeiras. Pode ser uma boa alternativa, vejo potencial nele. Mas é preciso paciência, porque ficou cinco meses parado”, diz Caio Júnior. Apesar de ser maranhense, o atacante nunca atuou em nenhum clube do Maranhão. Ele marcou cinco gols pelo América-RN em 2006 pela série B do Brasileiro.
Apesar dos elogios a Max, o técnico afirma que a busca por reforços para o ataque não acabou: “Precisamos de mais dois atacantes.” Kléber, do Necaxa, está negociando com o Palmeiras , mas sua primeira pedida salarial foi considerada alta. Max foi “baratinho”: R$ 300 mil pelo empréstimo até dezembro. Apesar de ter se destacado no América-RN, seus direitos pertencem ao Corinthians-AL por ordem judicial.
Max vai substituir Florentín (que pediu dispensa do grupo alegando pressão da torcida). Valmir ganha a posição de Leandro pela segunda vez neste ano. No coletivo desta quinta-feira, Caio Júnior escalou o time titular com Diego, Paulo Sérgio, Nem, Edmílson e Valmir; Pierre, Martinez, Michael e Caio; Edmundo e Max