(drpeta@box.elo.com.br)
Prezado Dr. Pêta;
O Jornal Pequeno de hoje arrebentou. Estava muito bom. Demorei mais de uma hora para devorar as informações do matutino, pense. Gostei da cobrança em cima do governo. Tem que esclarecer tudo.
(Francisco – São Domingos - MA)
Caro Dr. Pêta;
Tenho acompanhado bem de perto os últimos acontecimentos envolvendo a política nacional e maranhense, em particular. Tenho certeza que não haverá terceiro turno.
E por uma razão bem simples no meu entender. A turma do outro lado da ponte (desculpe-me roubar o termo), na certeza da impunidade, jogou a ‘bomba’ muito perto, e os estilhaços pegarão todos neles, e somente neles. Lembra do caso Riocentro, no Rio de Janeiro? A bomba explodiu no colo daqueles que na época tentavam desestabilizar a democracia e conseguir o poder de volta a qualquer preço. Com golpe. Conseguiram?
(Mauricio Cruz Teixeira – Olho d’Água)
Dr. Pêta;
Os noticiários do Sistema Mirante vivem se referindo às pontes que “ligam nada a lugar nenhum”, no município de Paulino Neves (Operação Navalha), como se isso fosse algo muito extraordinário. Mas não é preciso nem sair da ilha para ver a ponte que foi construída pela Construtora Itapoã (também de empresário baiano), no governo do Sarney, que há mais de 40 anos também “não liga nada a lugar nenhum”. Ela fica ali na foz do rio Pimenta, na praia do Caolho. Outra ponte que também foi construída na mesma época, pela mesma empreiteira, e que esperou mais de 25 anos para que a Litorânea passasse sobre a mesma, foi a do rio Calhau, ali próximo ao Hotel Pestana. Ô povo de memória curta! Macaco não olha para o seu próprio rabo!
(José Maria Ximenes – Eng°. Civil, São Luís MA)
Caro Dr. Pêta,
Estou distante de minha terra natal, mas é com as veias pulsando aceleradamente que me pronuncio para prestar apoio e homenagens ao nosso governador Jackson Lago, àqueles que tiveram seu cotidiano cerceado de forma inesperada, bem como a vocês da equipe de jornalismo que me fizeram sentir viva dentro de um Estado Democrático de Direito.
Ao ler a Edição do dia 20/05/07, pela internet, vi e li outra opinião, outra fala e outra reflexão. Viver em Estado Democrático de Direito é isso! É poder escutar o outro lado e assim formar opinião; é dizer aquilo que não foi feito e que não foi dito por aqueles que no momento, não dispondo do poder, massageiam seu ego ferindo a honra objetiva e subjetiva não só daqueles que foram levados para Brasília, mas do povo maranhense, que depois de quarenta anos escolheu diferente e ainda faz ecoar aos quatro cantos é 12, é 12, é 12....
Fere ao maranhense que elegeu seu representante de forma legal, voto a voto, e agora vê seu governante sendo tratado de forma subversiva por aqueles que não sabem fazer política honesta e que principalmente não sabem reconhecer a derrota. As crianças de bigode deixaram de mamar, por isso, choram, esperneiam e somente quando viram a realidade de que o peito secou, só restou jogar pedras. Mas essa tempestade irá passar. Sabemos que algumas vidraças quebrarão, entretanto, restarão as paredes de concreto e o amor dos maranhenses ao seu Estado. Não esqueça, Dr. Jackson, o senhor não está só, pois todos os milhões de votos ainda estão ao seu lado. E à equipe do Jornal Pequeno deixo um apelo de que se mantenham vivos e íntegros, para que possamos mostrar estas notícias, que agora vigoram, como uma tentativa frustrada de levar o nosso Estado para uma condição ainda de escravidão.
(Arlinda- maranhãoliberty@yahoo.com)
Dr. Pêta, bom dia;
Crianças de Bigode. Essas crianças de bigode, hoje órfãs do Poder Estadual, na verdade são ’gatos’, já que têm 40 anos de crimes cometidos. Portanto, não devem ir nem a um reformatório e sim direto para o presídio de segurança máxima, com a mesma facilidade e violência com que tentaram enviar seus adversários. Quero vê-los murar no xilindró, e anseio sarnear todo o mar de lama da estrada Arame-Paulo Ramos, projeto Salangô, Polo de Rosário...
(Arlinda- maranhãoliberty@yahoo.com)
Dr. Pêta, bom dia;
Moro em Brasília há quinze anos, mas na minha juventude, aí em São Luís, eu fazia parte do pequeno grupo de jornaleiro desse veiculo de comunicação até quando fiz o concurso para a Marinha e passei. Graças ao meu esforço de trabalhar vendendo o meu jornal pela manhã e estudando à tarde, hoje sou muito grato pelo objetivo alcançando. Gostaria que esse veículo de comunicação divulgasse mais ação social da nossa querida ilha do amor.
(José Benício de Sá Filho – Brasília DF)
Nota do editor – As cartas e e-mails endereçados ao JP e ao Dr. Pêta devem conter nome, endereço e o telefone dos respectivos autores.