O poderoso chefão!Ele é amaldiçoado, detestado, odiado e nem sua mãe escapa dos “elogios” dos torcedores, mas o poder está em suas mãos, ou melhor, na sua boca. O apito é sua grande arma!
A realidade é que o árbitro de futebol tem o poder de mudar o destino de uma partida. Algumas vezes, seus auxiliares, complicam a sua atuação e mesmo assim, o árbitro tem o áureo poder de não os atender. Ele é soberano!
É evidente que, em toda profissão, existe os bons e maus, o bem intencionado e o mal intencionado.
Dizem que o melhor árbitro é aquele que não é percebido em campo. Muitas pessoas confundem o nome ÁRBITRO com JUIZ, talvez pelo poder que ambas as profissões propiciam.
Ser árbitro de futebol, não é tão simples assim. Se você algum dia prestou atenção nos jogos televisionados, com certeza já observou, que em alguns lances, o narrador e o comentarista de arbitragem, tem opiniões opostas, recorrendo ao famoso “replay” e, mesmo assim, a dúvida muitas vezes persiste.
O árbitro tem apenas alguns segundos para definir a sua posição, se apita ou não, e se errar “’geladeira nele.” É justo?
Já que estamos em pleno século XXI, na era da informática, alguns tecnocratas acham que devemos recorrer à tecnologia, no lances capitais e assim anular, por exemplo, um pênalti mal marcado ou um impedimento não assinalado, que porventura resulte em gol.
Na verdade, o árbitro de futebol foi e sempre será um coadjuvante, que às vezes, torna-se o protagonista do espetáculo.
Será que uma das magias do futebol é justamente o erro da arbitragem?
Será?!
Crônica: Ricardo Alves (Técnico de Futebol).
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