Jornal Pequeno - 57 anos
São Luís,
Direito 2 - Notícias de Direito a cada 1 hora
Edição 21,469
Edição 21,469

Colunas
Charge do Dia
INFORME JP
Atos, Fatos & Baratos

INFORME JP

Diminuir corpo de texto Aumentar corpo de texto

Data de Publicação: 20 de fevereiro de 2007
Envie para: Envie para o Del.icio.us  Envie para o Digg  Envie para o Reddit  Envie para o Simpy  Envie para o Yahoo My Web  Envie para o Furl  Envie para o Blinklist  Envie para o Technorati  Envie para o Google Bookmarks  Envie para o Stumble Upon  Envie para o Feed me links  Envie para o Ma.gnolia  Envie para o Newsvine  Envie para o Squidoo  

Mais um carnaval

Algumas pessoas são fascinadas pela História. A história da humanidade com seus desencontros, a luta pelo poder, os impérios se construindo sob a tutela dos grandes exércitos, o patriotismo e a patriotada e a descontinuidade das coisas e como elas acontecem. No meio de tudo isso, os poetas se movem tentando ver beleza em tudo, até nos charcos onde as moscas e outros bichos impuros trabalham a sobrevivência. Eles não constroem prédios, não fabricam armas, não rasgam flores. Mas é esse tipo de gente boêmia, irresponsável, lúdica, quem faz o carnaval.

E vivemos mais um carnaval. O sacro e o profano se unem para dar a impressão de que a humanidade inteira é feliz. O planeta Brasil se enche de palhaços, rasga todos os títulos e invade as avenidas agradecendo a Deus pela existência. O mundo é fofo e os fofões escolhem ter os rostos que querem para dizer não à lógica do dia-a-dia.

Todos se juntam como se classes, categorias e distinções não existissem, todos despem suas máscaras morais e saem nus para avisar que estão vivos. São blocos, escolas de samba, charangas, turmas, tambores, ensinando que a vida não faz sentido se não conseguimos extravasar parte do nosso desconhecido. E as escolas de samba saem às ruas também para contar histórias. Histórias de África, vozes do Oriente, farsas continentais que o homem construiu sem saber porque e muito menos para quem deixar.

E é através das fantasias que despimos nosso interior, nos tornando índios, reis, escravos, guardas pretorianas de uma alegria que ficou contida porque não tinha razões para sair.

São momentos em que nenhuma tristeza existiu, nenhum palhaço chorou e todas as regras impostas para a existência da sociedade se esvaíram ao som da turba-multa que resolveu grunhir debaixo da chuva para não mais ser vítima de ansiedades e depressões.

Isto é o carnaval. É a história do mundo despedaçada no chão de um tempo onde todos os valores não existem, pois todos, de uma só vez, decidiram que são livres para fazerem o que lhes for preciso e lhes convier sem magoar a todos e nenhum. E vamos viver estes carnavais da cor da paz. Estaremos prontos, amanhã, na quarta-feira de cinzas para de novo sermos chatos, controlados, estipulados, tristes talvez, mas gente ainda.

Parceria

O prefeito Tadeu Palácio confirma que irá construir cinco Socorrinhos em São Luís. Com esta determinação, ele não deixará no vazio a promessa que fizera, há dois anos, na sua campanha eleitoral. Ao contrário de outros tempos, o novo cenário político-administrativo é muito favorável para isso.

Pela primeira vez, ao longo de tantos anos, existe a efetiva chance de o prefeito da capital trabalhar de mãos dadas com um governador parceiro. Afinal, Jackson Lago, desde os primeiros dias no Palácio dos Leões, vem gradativamente materializando a proposta desta profícua e necessária parceria, para o bem da sociedade.

Bloco jackista

Durante o processo escolha da nova mesa diretora da Câmara, o deputado Roberto Rocha foi um dos líderes do movimento que pretendia institucionalizar o apoio da bancada maranhense a um dos candidatos a presidente da Casa através da participação do governador Jackson Lago.

Melhor explicando: a Jackson seria dada carta branca para representar toda a bancada no processo sucessório, indicando aquele que assumisse maiores compromissos com o Maranhão.

Esse movimento fez com que o deputado tucano recebesse elogios de parlamentares dos mais diferentes partidos e estados

Enem e Balsas

O deputado Stênio Rezende (PSDB) ocupou a tribuna da Assembléia Legislativa, quartafeira, para destar a posição dos colégios São Pio X e o Dom Daniel Combone, do município de Balsas, no ranking do Enem (Exame nacional do Ensino Médio). As escolas ficaram entre as dez melhores da rede estadual.

Fez questão de esclarecer que as escolas, que eram privadas, foram estadualizadas pelo ex-governador José Reinaldo Tavares. “Eu quero aqui externar os meus agradecimentos em nome da população de Balsas, à determinação do governador José Reinaldo, do prefeito Chico Coelho e do secretário de Educação, Lourenço Vieira da Silva, que não mediram esforços para, juntos, fortalecer a educação na região sul do Estado”

Stênio disse, ainda “confiar e acreditar” que a parceria da administração anterior será mantida pelo atual governador Jackson Lago, “que tem à frente da Educação o competente secretário Lourenço”, frisou.

Babaçu

O deputado federal Domingos Dutra (PT) vai reapresentar projeto de lei que vai transformar em reserva extrativista as áreas cobertas por babaçual e garantir às quebradeiras de coco o acesso aos locais de extração. O anúncio foi feito durante discurso proferido no plenário da Câmara dos Deputados, na última sexta-feira.

Na ocasião, o parlamentar também informou que vai levar a Brasília cerca de 300 mulheres de cinco estados onde é feito o extrativismo do babaçu, para uma audiência pública conjunta das comissões de Agricultura e Meio Ambiente que será requerida em breve. A idéia do deputado Dutra é permitir que essas mulheres possam falar “de sua importante atividade econômica e como trabalham de forma árdua”.

Fiscalização

O deputado federal Pedro Fernandes (PTB) foi nomeado membro titular da Comissão de Fiscalização e Controle, uma das mais importantes comissões permanentes da Câmara. É dela, por exemplo, a missão de fiscalizar a utilização dos recursos federais nos estados, e evitar o mau uso do dinheiro público. E para isso ele conta com a participação efetiva da população no acompanhamento das contas públicas.

“Saber de que maneira o dinheiro público é gasto, acompanhar a prestação de contas das despesas públicas e denunciar aos órgãos competentes as suspeitas de irregularidades são formas de se exercer a cidadania”, explicou.

Improbidade

Uma liminar do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Sepúlveda Pertence suspendeu a tramitação da ação de improbidade administrativa movida pelo Ministério Público Federal contra o ex-ministro do Desenvolvimento Agrário Raul Jungmann (PPS-PE). A ação foi movida pelo Ministério Público Federal e tramita na 17ª Vara da Justiça Federal de Brasília. Ele é acusado de ter desviado R$ 33 milhões por meio de contratações de agências de publicidade.

Recomende esta página Imprimir esta Matéria

Links Patrocinados
 
Jornal Pequeno - O Órgão das Multidões
Copyright 2002 - 2008 Jornal Pequeno. Todos os direitos reservados
Rua Afonso Pena, 171, Centro - São Luís - MA
(98) 3232-7642 Geral - redacao@jornalpequeno.com.br