ENXERTO CRIMINOSO E ÊXODO GALOPANTE SÃO DEVERAS PREOCUPANTES!
Gostaríamos de iniciar esta coluna hoje, a qual está sendo escrita contra a vontade, pois não gostamos de mostrar as maranhadas. Perguntando: existe essa tal de INTERNET? É crime o enxerto eleitoral, ou seja, registros de eleitores que não residente na cidade, na qual estão sendo registrados? Velhos, crianças, doentes, mortos votam? Que democracia é essa, que os verdadeiros eleitores, em determinados municípios, nunca tiverão nem o direito e tão-pouco o prazer de escolher seus verdadeiros lideres? Se, o eleitor é infrator o cartório que abre as portas e enche os currais, também não o é? O que realmente está havendo nas estatísticas maranhenses? Erro na contagem de habitantes? Mais erros na contagem de habitantes eleitores? A culpa é somente do IBGE? Da Justiça Eleitoral? Ou generalizou a corrupção, toda a sociedade é culpada? Não é hora de pararem de brincar com o povo?
Por ai faríamos ainda uma série enorme de indagações. Ser defensor da maranhensidade, não é ser somente isso e aquilo; passear no Centro Histórico; sair no seu bloco tradicional; dançar no seu bumba-boi; participar da roda do tambor de crioula e por ai sair falando de gatos e sapatos! O mais importante a nosso ver nesses cenários que tentam cobrir o sol com peneiras manjadas e furadas, sem a mínima inovação, criatividade e inteligência é usarmos o que os nossos destinos traçam e os sinais exigem: a CANETA. Não podemos fugir de tamanha responsabilidade em resguardar os direitos e deveres de nossas coisas e nossa gente. Será que os viciados, incorrigíveis, inescrupulosos grupos dominantes continuam achando que o povo é besta? Que a justiça em homenagem a sua simbologia ficou cada vez mais cega? Sim, porque os números estão presentes e muito bem claros em um município de 25.000 ou 24.000 habitantes é praticamente impossível que tenham 18.000; 19.000 ou mais eleitores e o pior aumentando dia-a-dia, parecendo criação de joelhos! Lamentamos não ter a prova de tão imoral crime contra a cidadania, devido que o cidadão ser ludibriado na sua escolha eleitoral, a qual deveria ser livre e soberana, se torna um fantoche, peça ridícula de massa de manobra politiqueira não cabendo mais em pleno século dos Saberes. Apesar de que “os números não mentem jamais!” Achamos engraçada a maioria dos politiqueiros, quando da preparação dos Censos que acabam ter implicações na vida socioeconômica do cidadão direto ou indiretamente, ninguém dar o menor valor sequer, mas quando os resultados dessas investigações cientificam, afetam as pretensões eleitoreiras de algum grupo, os técnicos estão simplesmente errados e lá vão discordâncias sem o mínimo fundamento. Nessas contagens temos que levantar diversas variáveis dos mais distintos segmentos para analisar seus resultados. Não queremos aqui ser defensor desse ou daquele, até porque mestres da economia há tempo, que pregam hilariantemente de que “a estatística brasileira é tipo biquíni encobre o principal e mostra o que não deve!” Outra coisa, que é deveras folclórica querer ganhar no grito! Quem acusa tem o ônus da prova. Foi o que acima afirmamos, com um agravo, as estatísticas certas ou erradas comprovam o que afirmamos: na grande maioria dos municípios maranhenses a quantidade de eleitores é desproporcional ao número de habitantes é só verificar caso a caso nas fontes oficiais dessas quantificações.
Quanta a não concordância com os resultados oficiais teve um exemplo, aqui, no Maranhão, no governo do Dr. Pedro Neiva de Santana, a área de planejamento daquele período de administração discordou dos dados oficiais para tanto criou o Instituto de Pesquisas Econômico-Sociais e Informática – IPEI, cuja instituição muito colaborou para o desenvolvimento do Estado, com trabalhos científicos com reconhecimentos internacionais. Coube ao IPEI efetuar um levantamento censitário na região de Bacabal, em cuja área os números divulgados não batiam com as previsões de nossos técnicos estaduais e graças ao trabalho de grandes méritos, conseguiu aquele Instituto comprovar tecnicamente que o órgão oficial teve algumas falhas, que apontavam o resultado para menos habitantes e o IBGE em uma ação livre e democrática reconheceu o erro e efetuou os devidos reparos. Assim sim, matamos a cobra e mostramos o pau! Agora no grito jamais! Onde estão os atuais órgãos de pesquisas do Maranhão tanto a nível municipal e estadual? Se existem não estão tendo a prioridade devida para uma fase modal de que sem planejamento não dar nem para ter boa intenção! Acima desse fuzuê temos que indicar de que vivemos o maior ou um dos maiores êxodo rural já existente no Maranhão. A Ilha Grande inchou, urgentemente clama pela Metropolização, a qual acabou sendo mais uma vez escondida. Eita falta de vontade política e pulso forte! Não há mais nada a relatar, narrar, analisar com referência a Metropolização, o que temos a fazer é somente implantar, consolidar. Coisa que cabe ao governo e por que não o faz? É hora de nomear quem é do gosto ou do interesse de quem manda e partir para que esses municípios da Grande São Luís, através do sistema metropolitano possam ter mais fôlegos em seus erários, bem como desobstruir os cofres sacrificados da cidade de São Luís, que acabam bancando grande parte de serviços básicos para populações de outros tantos municípios em detrimento de seus munícipes. Votem em quem merece e vote que tem o direito de votar! Chega de marmelada politiqueira!