Jornal Pequeno - 57 anos
São Luís,
Direito 2 - Notícias de Direito a cada 1 hora
Edição 22,440
Edição 22,440

Cidade
Projovem forma mais 1.251 alunos em SL
HU promove I Feira de Saúde do Trabalhador
Operadores da Cemar deixam salão de beleza sem energia por quatro dias
Advogado participa de jornada no TST
Motociclista tem fraturas expostas após acidente com caminhonete
Diretor da PF defende a integração das polícias para investigação de crimes

Diretor da PF defende a integração das polícias para investigação de crimes

Diminuir corpo de texto Aumentar corpo de texto

Data de Publicação: 23 de novembro de 2007
Envie para: Envie para o Del.icio.us  Envie para o Digg  Envie para o Reddit  Envie para o Simpy  Envie para o Yahoo My Web  Envie para o Furl  Envie para o Blinklist  Envie para o Technorati  Envie para o Google Bookmarks  Envie para o Stumble Upon  Envie para o Feed me links  Envie para o Ma.gnolia  Envie para o Newsvine  Envie para o Squidoo  

O diretor-geral da Polícia Federal, Luiz Fernando Corrêa, participou ontem de uma mesa redonda e defendeu a integração da Polícia Federal com as polícias estaduais na investigação dos crimes, controle e prevenção da criminalidade.

Luiz Fernando defendeu a disponibilização de dados em uma rede segura, confiável e disse que o reconhecimento por um bom trabalho não deve ficar apenas com a PF. “Qualquer dado só é útil se tiver a possibilidade de ser usado com segurança e em tempo oportuno, ou seja, onde estiver sendo solicitada, afinal, investigação é justamente o manejo dessas informações. Este é um grande desafio que precisamos superar. Para tanto, está sendo implantado em todo o país, inclusive no Maranhão, o Infopen-Gestão, que é um moderno programa que de forma, confiável e eficiente torna possível uma central de dados que facilita significativamente as investigações da polícia. Desse modo, o reconhecimento não será apenas da Polícia Federal, mas de todas as instituições que compõem o sistema como um todo”, enfatizou.

Sobre a segurança no Maranhão, Luiz Fernando elogiou a atuação de Eurídice e se disse confiante na parceria estabelecida entre PF e Sesec. “A secretária tem uma visão bastante apurada sobre o conceito de segurança aliada a políticas sociais, à cidadania em si. Ela ajudou a construí-lo, quando ainda estava no Ministério da Justiça, para depois trazê-lo ao Maranhão. Eu creio que este estado deve provar dos resultados do Pronasci mais cedo do que todos os outros, uma vez que quando o Ministério entra com os recursos, o conceito de segurança cidadã já está instalado em todo o sistema e também estruturado junto à comunidade”, concluiu Luiz Fernando.

O diretor da PF disse ainda que o conceito de Gestão Integrada começou acanhado, mas está consolidado e em processo de expansão, até mesmo para os municípios. “O Pronasci prevê a integração da União, Estados e Municípios em suas esferas institucionais. É necessário intensificar o trabalho de prevenção nos municípios, pois estes são a representação máxima da aproximação com a comunidade. Por isso, a estrutura municipal deve entender seu papel na segurança pública para que tenha um acento qualificado no GGI”, comentou.

GGI em atuação - Um bom exemplo dos resultados de uma atuação integrada entre a Polícia Federal por meio do GGI, é a prisão, na última quinta-feira, do presidente do TCE (Tribunal de Contas do Estado) da Bahia, e do conselheiro Antônio Honorato de Castro, durante a operação Jaleco que apura fraudes em licitações públicas. Ao todo, a PF tenta cumprir 20 mandados de prisão e 40 de busca e apreensão. O esquema, de acordo com a PF, seria comandado por empresários dos setores de prestação de serviços de limpeza e segurança. Esses empresários, com a ajuda de servidores públicos, fraudavam licitações do Estado da Bahia, do município de Salvador e da Universidade Federal da Bahia.

As investigações feitas pelas forças policiais que integram o GGI, revelaram que os fraudadores agiam de várias maneiras: superfaturamento de preço, formação de cartel e utilização de empresa de fachada. O grupo também se beneficiava de contratos emergenciais que continham vícios. Em 10 anos, a quadrilha teria provocado um prejuízo de 625 milhões aos cofres públicos, segundo cálculos feitos.

Recomende esta página Imprimir esta Matéria

Links Patrocinados
 
Jornal Pequeno - O Órgão das Multidões
Copyright 2002 - 2008 Jornal Pequeno. Todos os direitos reservados
Rua Afonso Pena, 171, Centro - São Luís - MA
(98) 3232-7642 Geral - redacao@jornalpequeno.com.br