IMPOSTURAS NUTREM A OLIGARQUIA AGONIZANTE
Em várias outras oportunidades, já nos ocupamos do assunto neste espaço, mas, determinados comportamentos de órgãos de comunicação locais nos obrigam a retornar ao tema. Continuamos defendendo intransigentemente o inalienável direito à crítica que todo ser humano possui. Contudo, somos também irredutíveis no sentido de que ele seja exercido com fidelidade a alguns princípios irrecusáveis, entre os quais a honestidade de propósitos. A ética é rigorosa ao exigir uma razão de ser objetiva que justifique a contestação. E os postulados do direito contemplam com idêntica firmeza valores inerentes aos cidadãos, realçando a privacidade, a honra e a dignidade, muitas vezes enxovalhadas de modo torpe, vil.
Infelizmente, esse comportamento ilegal, imoral e indecoroso tornou-se rotineiro, tanto da parte da mídia franciscana, como de parlamentares, na Assembléia Legislativa, que agem sob a orientação do senador José Sarney.
Exemplos recentes mostram o maquiavelismo de alguns comunicadores do Sistema Mirante. Ante o caos instalado, a partir da greve dos agentes penitenciários, com rebeliões, estimuladas pela rapaziada miranteana, nas delegacias e presídios, o governo estadual solicitou apoio do governo federal que enviou tropas da Força Nacional de Segurança. Esta força federal foi criada para situações de emergência, como a que estava se verificando no Maranhão.
A reação dos pupilos do “estadista de Curupu” foi patética. Primeiro disseram que a Força Nacional tinha vindo a São Luís para intimidar os grevistas. Logo em seguida, passaram a divulgar pequenas notas afirmando que as tropas de Brasília estavam em hotéis de luxo, com diárias caríssimas. Tanto em um, como no outro episódio, estava clara a intenção do sarneyzismo em fomentar confronto ostensivo entre os grevistas e as autoridades estaduais.
Frustraram-se porque a real missão da Força de Segurança, que era assegurar a ordem nas casas de detenção, foi plenamente cumprida. E, ainda, ao constatarem que as despesas com a estadia daqueles militares, em São Luís, foram às expensas do governo federal.
O que pretendia, então, o Sistema Mirante? Ficou claro – repetimos – que a intenção era indispor ainda mais os grevistas com o governo estadual. Afinal de contas, o montão de cadáveres tão almejado, como resultado das rebeliões, para mostrar ao Brasil um Maranhão em desgraça, não aconteceu.
O esporte predileto do Sistema Mirante é dizer que, perto de completar um ano, o governo Jackson Lago ainda não disse a que veio. É bem verdade que, com a dívida astronômica herdada de Jorginho/Roseana, o atual governo (como fez o de José Reinado) teve, necessariamente, que estabelecer prioridades para aplicar de forma inteligente os limitados recursos do erário. É óbvio que o tesouro estadual ainda se ressente da gestão perdulária da famosa dupla.
Mas, muita coisa que os comunicadores da Avenida Ana Jansen propositalmente ignoram está sendo feita por Jackson Lago e sua equipe. Por não dispormos de elementos sobre todas as realizações da atual administração, mencionamos apenas algumas delas.
Todo o Maranhão sabe da aversão que o grupo Sarney tem por projetos que objetivem educar a população. Não é à toa que ao longo de 40 anos de poder (sem qualquer apoio do esclarecido eleitorado de São Luís), a nefasta oligarquia saqueou as riquezas do Estado e explorou a nossa gente. E nem a generosa, ingênua e duradoura confiança que lhe foi depositada sensibilizou os déspotas. Jorginho e Roseana só construíram três escolas de nível médio, nos seus oito anos de desgoverno. Na visão deles, povo educado repele qualquer administração insana.
Ao sucedê-los, o ex-governador José Reinaldo resolveu corrigir a situação e levou o ensino médio a todos os 217 municípios maranhenses. Jackson está consolidando o projeto e, em apenas oito meses à frente do governo, fez o que Jorginho e Roseana não realizaram nos dois mandatos. No curto período da nova gestão, 29 municípios receberam 69 novas escolas, várias delas com quadras poliesportivas e bibliotecas. Com a mesma ótica, diversos seminários regionais serão realizados para possibilitar, ainda esse ano, a implantação de um novo modelo educacional no Estado.
Outra manjada ladainha dos ventríloquos de Sarney é em relação à precária situação das estradas maranhenses. Mas eles não têm o mínimo de honestidade para informar que Roseana gastou um dinheirão nas rodovias estaduais – com recursos da União – implantando o famoso “asfalto sonrisal”, que não resiste a um simples chuvisco. E muito menos informam que o Consórcio Intermunicipal Rodoviário, criado pelo governo Jackson, em parceria com prefeituras, vai prover recursos dos próprios municípios e dos governos estadual e federal para investir na malha viária maranhense.
O Departamento Estadual de Infra-estrutura e Transporte (Deint), criado por Jackson para substituir o antigo DER, extinto (para variar) por Roseana, será o executor do importante projeto comprovando – ao contrário das mentiras espalhadas pelos garotos do “estadista” – que, agora sim, trabalha-se de forma séria nesse Estado.
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