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GeralEncontro avalia ação do Ibama e PRF no Gurupi

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24 de outubro de 2007
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Por Régina Santana

Operação é a maior do gênero realizada no país

Na manhã da última segunda-feira, 22, o comando da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e a coordenação do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) se reuniram, no auditório do Palácio do Comércio e Indústria de Imperatriz, para avaliar o primeiro mês da “Operação Entorno II”. A ação desenvolvida pelos dois órgãos visa combater crimes ambientais na Reserva Biológica do Gurupi e seu entorno, bem como na Reserva Indígena Araribóia, no oeste do estado.

DIVULGAÇÃO
Agente do Ibama mede madeira apreendida durante a entorno II

Na avaliação dos dois órgãos, o resultado do trabalho está sendo positivo. “Esta é a maior operação do gênero em andamento no país”, ressaltou a gerente do Ibama em Imperatriz, bióloga Adriana Soares de Carvalho. Segundo ela, ao todo são 150 homens da Força Nacional de Segurança, 136 agentes da PRF, homens do Batalhão Florestal da Polícia Militar do Maranhão (PMMA) e 30 servidores do Ibama. No apoio, estão sendo usados um helicóptero do Ibama e 70 viaturas.

“Nesse encontro nós também planejamos a próxima etapa desta operação, que será por tempo indeterminado. E como todos sabem, além de crimes ambientais, estamos combatendo o crime organizado no estado do Maranhão”, acrescentou.

A Operação já apreendeu drogas, carros roubados, cargas irregulares, foragidos da polícia e da Justiça, armas, madeiras em toras e serradas, e ainda 40 mil pés de maconha, que eram cultivados dentro da Reserva Biológica do Gurupi. A droga foi destruída por agentes da PRF.

Devido à grande quantidade de irregularidades na Reserva Gurupi (localizada a 400 quilômetros de Imperatriz) os trabalhos foram estendidos aos pólos madeireiros de Açailândia, Itinga e Centro Novo, onde a grande maioria da madeira encontrada não teve sua origem comprovada pelos proprietários.

No município de Centro Novo, por exemplo, foram encontrados 18 metros cúbicos de madeira sem registro. “Há fortes indícios de que essa madeira tenha sido extraída ilegalmente da reserva”, revelou Adriana Soares.

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