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SaúdeEmagrecer: uma pressão atual

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4 de setembro de 2006
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As convenções sócio-culturais mitificam a magreza e o veículo de que se servem (principalmente os meios de comunicação audiovisuais) ditam padrões particulares de conduto em relação à comida. Em contraste com este pano de fundo, as crianças e especialmente as meninas, são submetidas a intensas pressões, tanto por parte da família quanto pelo ambiente social em geral, para que controlem o consumo de alimentos.

Estas pressões podem existir desde a infância mais precoce, mas tipicamente tornam-se mais intensas na idade escolar e especialmente durante a adolescência. Esta conduta pode levar a desequilíbrios nutricionais e também a enfraquecimentos patológicos. É importante considerar que uma proporção significativa de crianças em idade pré-escolar e escolar não é supervisionada de forma adequada pelos pais no tocante ao número de refeições e lanches e à quantidade de alimentos que consomem.

Tipicamente, os pré-escolares são expostos a uma ampla variedade de alimentos que têm composição, sabor, textura e cor dos mais variados. Em geral, nesta etapa, sua dieta é semelhante a dos escolares. Os pré-escolares, todavia, ingerem menos alimentos e tomam menos líquidos do que os escolares (exceto leite e produtos lácteos que são consumidos em quantidades semelhantes pelos dois grupos). Depois do leite e dos produtos verdes, os tubérculos, os cereais, o açúcar, a carne e seus derivados. A ingestão de micro-nutrientes está estreitamente relacionada com a ingestão de energia, de modo que é possível que as crianças cujo consumo de energia é menor do que um certo piso, também sofram, por exemplo, de eficiência de ferro e zinco.

As recomendações da ‘Pirâmide dos Alimentos’, publicada pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos são um guia útil para níveis adequados de ingestão diária das principais categorias de alimentos.

As políticas de prevenção devem ajudar as crianças a entender como evitar doenças presentes e futuras relacionadas com a nutrição. Podem chegar a tanto através do desenvolvimento de sua própria independência e de sua capacidade para tomar decisões acertadas e de fazer escolhas corretas.

Maria Tereza Medeiros é nutricionista e coordenadora do curso de Nutrição do CEST

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