As principais entidades estudantis do Maranhão realizam hoje, 28, à tarde um ato pró-Castelo em São Luís, com a concentração prevista para às 15h, na praça Gonçalves Dias, de onde sairá percorrendo várias ruas do Centro, para a realização do manifesto na praça Deodoro.
"É uma forma de se desmistificar essa história de que Castelo teria mandado espancar estudantes em 1979, quando da greve da meia passagem", ressaltou Jorge Michael, presidente da Associação dos Estudantes Secundaristas Metropolitana de Upaon-Açu (Aesmu).
De acordo com Ana Paula Ribeiro, presidente da Federação dos Estudantes Secundaristas do Maranhão (Fesma), sua entidade pesquisou toda a história da greve da meia passagem, chegando à conclusão de que Castelo, então governador, não determinou nenhum espancamento.
Além dos dirigentes da Aesmu e da Fesma, estiveram reunidos com João Castelo, na tarde de anteontem, dirigentes da União Municipal dos Estudantes Secundaristas (Umes), Wellington Gouveia, da União dos Estudantes das Universidades Particulares (Unipar), Jadson Pires, e do Movimento Estudantil Independente (MEI), Victor Fontenelle.
Durante o encontro, Castelo se comprometeu a defender uma pauta estudantil no Senado, ao mesmo tempo em que destacou que, desde quando começou na vida pública, sempre priorizou a educação.
Conforme Jadson Pires, da Unipar, os estudantes estão apoiando Castelo em decorrência do seu trabalho em defesa do Maranhão. "Temos hoje, como indústrias geradoras de emprego no Maranhão, a Alumar e a Vale do Rio Doce, instaladas em seu governo, com seu incentivo. É preciso que Castelo retorne ao Senado, para que possa ajudar o Maranhão a se desenvolver", assinalou.
Os estudantes colocaram ainda na pauta de reivindicações, ao candidato, que ele se empenhe para a expansão da Uema e a criação de mais cursos técnicos. Castelo acatou os pedidos e disse que também vai lutar, no Senado, pela recuperação da Ufma.