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Economista foi assassinado após matar caçador a tiro
Polícia prende quadrilha de assaltantes de bancos
Mulher mata colega de farra a golpes de coco
Outro acusado de matar produtor estaria no MA

Economista foi assassinado após matar caçador a tiro

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Data de Publicação: 3 de agosto de 2006
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Polícia esclarece duplo homicídio

Tem nova versão a morte do economista Levi Jacobino Barros Nunes, funcionário da Procuradoria da República, em Teresina (Piauí), que teria recorrido ao suicídio após matar uma pessoa acidentalmente, durante uma caçada, nesta terça-feira (1º), em Presidente Dutra. Na verdade, a polícia apurou que Nunes foi assassinado por um irmão de Domingos Rodrigues dos Santos. Domingos é a pessoa morta acidentalmente por Nunes e que ainda não havia sido identificada quando circulou a informação.

De acordo com a polícia, estava havendo um desmatamento, realizado por tratores para plantação de pastagens na Fazenda Santa Clara, do prefeito de Caxias, Humberto Coutinho. Quando ocorre esse tipo de atividade na região, muitas pessoas são atraídas para caçar animais que saem de dentro do mato em busca da sobrevivência. Levi Nunes estava caçando, juntamente com outros colegas, enquanto Domingos, lavrador e morador da região, também caçava, porém, em companhia de outras pessoas.

Testemunhas informaram que em determinado momento Nunes percebeu alguma coisa rastejar no mato e efetuou um disparo, pensando tratar-se de algum animal, mas atingiu Domingos, que agonizou pedindo socorro. Nunes acorreu ao chamado e após verificar a situação da vítima, afastou-se para pedir socorro, porém, em seguida, ouviu-se um novo disparo de arma de fogo, e verificou-se que Nunes tinha sido atingido na cabeça e falecido no local, bem como Domingos, cujo irmão, identificado apenas como Osimar, teria sido o autor do disparo contra Nunes.

Como a fazenda fica distante cerca de 120 km da cidade de Parnarama, e a cidade mais próxima e melhor estruturada é Caxias, policiais daquele município foram até o local, onde providenciaram um levantamento e diligenciaram atrás de Osimar acusado de ter efetuado o disparo contra Nunes, mas ele não foi localizado.

Por volta de meio-dia, foi encaminhado o rabecão para a remoção dos cadáveres para o IML de Timon, onde foram necropsiados e liberados para os familiares. Até o final da tarde de ontem o acusado de matar o economista não havia sido localizado, e seus familiares informaram que ele não havia retornado desde que saiu para caçar.

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