O projeto “Minha escola, meu patrimônio” vem sendo desenvolvido na escola Ezelberto Martins, localizada na Vila Sarney na zona rural de São Luís, para conscientizar alunos e comunidade circunvizinha à escola da importância de se preservar o prédio escolar.
Os professores, alunos, pais e técnicos administrativos participam de palestras educativas, debates e discussões com a comunidade. Todos participam também de atividades de produção e criação de textos literários, exposição de cartazes e apresentações culturais voltadas para a preservação do prédio escolar.
No final de semana eles se reuniram na sede da escola para mensurar os frutos do projeto que está em sua primeira edição. “Tudo foi feito com objetivo de conservar o nosso patrimônio e combater o vandalismo, que até ano passado assolava nossa escola,” conta a diretora da Unidade Integrada Ezelberto Martins, Sandra Maria Santana.
Entusiasmados para mostrar o que produziram durante os três meses do projeto, cada grupo apresentou de um tema. Um exemplo disso foram os alunos da sexta série do ensino fundamental que criaram letra e música da paródia: “Eu quero ver o que vai acontecer, se eu quebrar essa torneira e não ter o que beber”.
Já os estudantes da sétima série levaram para a escola além de uma dança típica, a performance do “raper” Márcio Doce Martins, 14, aluno da escola que compõem rap com letras de críticas de sociais relacionadas ao bairro onde vive. “Foi mais difícil criar um rap para escola porque eram assuntos diferentes do que a gente é acostumado a fazer e nunca tinha me expressado assim na minha própria escola”, comentou Márcio.