A estabilidade econômica brasileira vem consolidando os títulos de capitalização como uma opção segura e programada aos interessados em guardar dinheiro e acumular recursos financeiros em um determinado período. Dados recém-totalizados sobre o desempenho do mercado confirmam esse cenário, já que as reservas do setor somam, em junho, R$ 10,8 bilhões, crescimento de 11% sobre o ano passado. Outro dado importante que representa o avanço do segmento diz respeito à receita mensal que, em junho, foi de R$ 603,1 milhões, ultrapassando, pelo segundo mês consecutivo, o patamar dos R$ 600 milhões - o total obtido em maio atingiu R$ 619,5 milhões. O faturamento acumulado do primeiro semestre do ano é de R$ 3,38 bilhões, índice 2% superior à 2005. Na quinta colocação da Região Nordeste e no 17º lugar no ranking nacional, o Maranhão fatura nos primeiros seis meses do ano R$ 27,2 milhões. Na classificação regional, Bahia ocupa a primeira colocação com R$ 118,6 milhões de receita e 3,5% de presença, a segunda colocação é ocupada por Pernambuco com R$ 64 milhões de receita e 1,8 % de presença, e o Ceará fica na terceira posição com R$ 58,4 milhões e 1,7% de participação no segmento.
Para Rita Batista, presidente da Comissão de Capitalização da Fenaseg (Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados e Capitalização), a diversificação dos produtos oferecidos atualmente pelas empresas impulsiona a procura dos consumidores que não tinham o hábito de poupar. “Identificamos que a possibilidade de guardar uma determinada quantia que caiba dentro de seu orçamento gera tranquilidade aos clientes de capitalização, pois sabem exatamente o tempo e quanto terão reservado para a realização de seus sonhos, além da possibilidade de concorrerem a sorteios”, diz a executiva.