Dizem por aí...
Biquini Cavadão
Colegas de terceiro ano do Colégio São Vicente de Paulo, decidiram tocar, junto com mais alguns amigos, num sarau, uma espécie de festival de música. Com o sucesso de sua apresentação, eles decidiram fazer daquela ousadia um hábito. Após muitas formações, receberam do amigo Herbert Vianna a sugestão do nome “Biquini Cavadão”. Herbert disse que se eles não usassem o nome, ele colocaria numa banda que iria formar.
CONCERTO DE VIOLÃO NO PALCO DO TAA

Nas cordas de uma boa viola, o Teatro Arthur Azevedo recebe na noite de hoje, 23, às 20h30, o concerto Tocando com o coração com o médico e instrumentista Francisco Monteiro. O show tem direção do músico Arlindo Pipiu e terá parte de sua renda doada para a Associação dos Transplantados do Hospital Universitário da Universidade Federal do Maranhão.
Incluindo valsas, choros e MPB, o concerto tem a participação dos músicos: Arlindo Pipiu (violão e cavaquinho); Biné Gomes (violão); Taís Frias (percussão); Márcio Guimarães (percussão) e Roberto Nikito (cavaquinho). No roteiro, estarão as músicas: Gente Humilde, Se Ela Perguntar, Viagem, Implorando, Uma Valsa e Dois Amores, Abismo de Rosas, A Felicidade, Carinhoso, Pedacinho do Céu, Gotas de Lágrimas, Rosa, Tempo de Criança, Chorando pra Pixinguinha, Sons de Carrilhões, Aquarela e Odeon.
Francisco Monteiro – Com 46 anos, o médico é cardiologista e professor de Medicina da Universidade Federal do Maranhão. Embora tendo a medicina como profissão, há 35 anos tem se dedicado ao estudo do violão, especialmente dos solos, incluindo clássicos e MPB, tendo sido aluno da Escola de Música do Maranhão em 1987. Ao longo desse tempo, além de rodas familiares e sociais, tem feito algumas inserções em bares e shoppings, considerando-se um apaixonado. Recentemente, em parceria com o músico Arlindo Pipiu, gravou em estúdio um CD de solos com a participação de vários convidados locais.
Serviço:
Concerto de Violão Tocando com o Coração com o Dr.Francisco Monteiro
Local: Teatro Arthur Azevedo
Dia: 23 de agosto, às 20h30.
Ingressos: R$ 15,00 (sem CD)
R$ 20,00 (com CD)

O grupo Tira Teima será a atração todas as quartas-feiras no palco do Bar Theatro Dom Calamar, a partir das 21h, na avenida Daniel de La Touche, Cohajap. Os apreciadores de clássicos do Chorinho e Samba de Raiz poderão ouvir clássicos consagrados, como Carinhoso, Noites Cariocas, Foi um Rio que Passou em Minha Vida, entre outras. Composições maranhenses também são relembradas durante a apresentação.
De acordo com Solano Rodrigues, violonista do grupo, o convite para o projeto Choro e Samba de Raiz aconteceu por meio do músico Yuri Gadelha. “Ele nos convidou para fazer um show no local”, relatou. O Tira Teima é formado por Paulo Trabulsi (cavaco solo), Solano Rodrigues (violão de sete cordas), Serra de Almeida (flauta), Zeca Bauiú (cavaquinho centro) e Léo Capiba (pandeiro).
O projeto Choro e Samba de Raiz é uma iniciativa do Bar Theatro Dom Calamar, que há oito meses está no mercado com projetos culturais que valorizam a música de qualidade e o artista da terra. Segundo Mariano Costa, sócio-proprietário do estabelecimento, uma das propostas é preservar a música que muitas vezes é esquecida pela mídia em virtude de ritmos da moda. “Todos os nossos projetos culturais tem o objetivo de resgatar, difundir e incentivar os mais fascinantes gêneros musicais brasileiros, como é o caso do chorinho”, relatou.
O projeto começou neste mês de agosto. Antes o Bar Theatro apresentava o projeto Quarta Chico, com interpretações das músicas de Chico Buarque. Estes movimentos independentes estão apoiando a volta do Clube do Choro, batizado pelo maestro Ubiratan Sousa, há três décadas.
Tudo de Bom
O Bar e Restaurante Tudo de Bom (Av. Mário Meireles, 1 - Lagoa da Jansen – ao lado do posto policial) continua com sua programação variada da semana, apresentando som para todos os gostos. O horário de funcionamento é sempre a partir das 18h, até o último cliente. Couvert artístico: R$ 3,00. Confira a programação
SEGUNDA-FEIRA - 20 horas: MPB com Wilson Zara e convidados no “Projeto Segunda Chance: O Encontro dos Artistas”;
TERÇA-FEIRA - 20 horas; rock nacional, reggae e MPB com Kit Boddah e Banda;
QUARTA-FEIRA - 20 horas: Show com Quarteto Insensatez;
QUINTA-FEIRA - 20 horas: MPB com a Dupla Fernanda Garcia e Paulinho Oliveira, em seguida, a Banda All Times apresenta o melhor do rock nacional e internacional dos Anos 80;
SEXTA-FEIRA - 19 horas: Kosta Netto e Banda apresentam show acústico com repertório variado de ritmos, que vão do pop ao bumba-boi; em seguida MPB com Albert Abrantes e o “som de barzinho”;
SÁBADO - 20 horas: Rommel & Banda abrem a noite fazendo um passeio pela diversidade de ritmos brasileiros que vão do samba, bossa nova passando pelo baião, reggae, pop, entre outros, e em seguida, Sérgio Pannisch faz show acústico com sucessos da MPB.
A graça do rock
“Alguns professores me notavam, me encorajavam a ser alguma coisa, me incentivavam a pintar, desenhar, a me expressar de alguma forma. Mas a maioria das vezes eles tentavam me forçar a ser um dentista ou um professor”. (John Lennon)
Você se lembra?

Na Mira do Tira
“Confie em mim, eu sei o que estou fazendo!”
A série Na Mira do Tira contava as aventuras de um policial neurótico e que resolvia tudo com seu revólver, um Magnun 45. Hammer dizia que sua Magnun era o amor de sua vida. Às vezes ele apelava para uma bazuca ou algo do mesmo calibre.
A série foi encomendada pelo canal HBO com as seguintes recomendações. “Queremos uma série que junte Dirty Harry e Maxweel Smart (Agente 86)”. O resultado dessa mistura chama-se Sledge Hammer. Hammer era neurótico, histriônico, egocêntrico, impaciente e muito agressivo, além de totalmente atrapalhado e cômico.
Favela prorroga inscrições de concurso
Atendendo ao pedido de compositores e músicos que estão em fase de masterização de seus trabalhos, a diretoria da Sociedade Recreativa Favela do Samba prorrogou até o dia 30 de agosto, a data-limite para inscrição no Concurso de Samba Enredo da agremiação para o carnaval 2007.
O tema do carnaval 2007 da Favela do Samba será: “Baladas de Alegria nas Imboladas de Zeca Baleiro” ou “Favela Manda Bala”, inspirado na trajetória musical do cantor e compositor maranhense Zeca Baleiro. O concurso vai dar maior peso à melodia do que a letra do samba e veda a participação de diretores da Favela do Samba no concurso, além de mestres de baterias e do seu intérprete principal, facultando-se as pessoas impedidas de concorrer de participar da Comissão Julgadora.
O regulamento e as fichas de inscrições já estão à disposição do público na quadra da escola, na avenida dos Africanos, S/N, Sacavém, em São Luís, ou no Departamento de Assuntos Culturais- Ufma (Rua Grande, 782).
Fala, Tio José
tio_jose@zipmail.com.br
“São Luís é uma província”. Acho que todo mundo já ouviu isso pelos cantos da cidade. E, cada vez mais, isso se confirma. Basta abrir uma casa nova na cidade que a outra vai pro espaço. Está sendo assim com a House, que reinou algum tempo nas noites de sexta, mas com a inauguração da Red o que se vê agora é só entulho na porta. Será que já fechou? E ainda abriu mais outra, pra acabar de matar, veio de longe, lá da Babilônia, mas o povo quer é conhecer. Vai fechar daqui a alguns meses, também, claro, mas a novidade é inevitável.
Esses jovenzinhos têm que aprender a se comportar nas partes. No show da Timbalada era uma briga atrás da outra, sobrava até para as pobres das barracas. Na minha época, o bom era dançar coladinho. Hoje em dia, se não pular, jogar cerveja e lata pra cima, meter o dedo no olho do outro, não está na festa. Não tenho mais idade para essas coisas.
Agora, quem está mandando há muito tempo nas noites de sábado é o Trapiche. Não tá dando pra ninguém. Desbancou o Nelson, que reinava e agora está absoluto. Som muito bom, DJ carismático e sempre uma banda de qualidade. Sábado passado, a banda Legenda empolgou muito, mostrando uma afinação e sintonia perfeita. Ali, sim, é um lugar tranqüilo e onde dificilmente vai acontecer uma briga. Paz total.
Uma perguntinha inocente pra finalizar:
Pra quê manter a programação da MTV no ar, aqui, sem áudio?
Até semana que vem, crianças.