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Data de Publicação: 2 de agosto de 2006
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Dizem por aí...

Elton John

Nascido Reginald Kenneth Dwight. Tornou-se backing vocal do cantor Long John Baldry. No ano seguinte, Reginald Dwight pegou emprestado os primeiros nomes de Baldry e do saxofonista Elton Dean, tornando-se um dos maiores astros do pop inglês de todos os tempos.

Beth Carvalho comemora 60 anos com biografia e novos trabalhos

Com 60 anos recém-completados, Beth Carvalho tem cantarolado continuamente um de seus grandes sucessos, Vou festejar. Mas, ao contrário do que diz a canção, ela olha o passado sem sofrer ou penar. "Assino embaixo de tudo o que eu fiz nessas seis décadas", disse a cantora.

Das comemorações constam turnê de shows e lançamento de dois DVDs - no primeiro, ela canta pagode no seletíssimo Theatro Municipal do Rio de Janeiro e, no outro reúne cantores baianos em show gravado em Salvador: Caetano Veloso, Maria Bethânia, Gilberto Gil, Gal Costa e Ivete Sangalo. Os festejos não param aí. Tem também programa na TVE comandado pela sambista, biografia lançada pela Editora Rio, um novo CD e um documentário assinado pelo cineasta Sílvio Tendler. De quebra, Beth prepara um disco com as "músicas revolucionárias" da América Latina. "Tudo isso, para comemorar 60 anos de vida e 41 de carreira. Está bom demais, não está?", perguntou ela.

Beth Carvalho mora em uma casa de três andares com vista para a praia, em Itanhangá, endereço nobre dos cariocas - aliás, "carioca com muito orgulho", como ela também é. Nas paredes de sua residência há prêmios, homenagens, fotos com Cartola e objetos preciosos como o instrumento que pertenceu a Nelson Cavaquinho - presente que ele lhe deu pessoalmente. Nesse ambiente de grandes sambistas, ela lamenta que atualmente os jovens de favela se dediquem mais ao hip-hop ou funk do que ao samba. E radicaliza: "Os EUA infiltraram o hip-hop e o funk onde o samba gerava mais gênios, que é nos morros." Para ela, essa "praia" é do samba e ninguém tasca. E encerra o papo sobre gênero musical: "O samba tem conteúdo, poesia e beleza. Desculpe, mas isso o hip-hop e o funk não têm".

Beth Carvalho é amiga e admiradora do ditador cubano Fidel Castro e avisa que vai votar em Lula porque não tem outra opção melhor. "Não sou petista, mas acho que, mal ou bem, o Lula é mais democrata", disse ela. De volta ao campo artístico, critica veementemente a prática do jabá (pagamento a rádios e tevês para divulgar músicas), mas, corajosamente, se inclui no esquema: "Tudo é jabá. Para minhas músicas tocarem nas rádios, o esquema é jabá". Pede para frisar, no entanto, que há exceções. Claro que há. É inimaginável pensar que alguém possa cobrar para tocar Andança, Coisinha do pai ou Vou festejar, algumas das canções imortalizadas por Beth Carvalho.

Da Madre Deus a Madureira o Samba é Azul e Branco

O Show "Da Madre Deus a Madureira o Samba é Azul e Branco: Gabriel Melônio e Diogo Nogueira", que acontece no dia 25 de agosto, no Teatro Arthur Azevedo, pretende conjugar o samba nobre oriundo de dois bairros clássicos das cidades de São Luís (MA) e Rio de Janeiro (RJ), que têm como características comuns: abrigam duas tradicionais escolas de samba marcadas pelas cores azul e branco (Turma do Quinto e Portela) e são redutos de importantes sambistas ligados a essas escolas - César Teixeira, Cristóvão "Alô Brasil", Luís Bulcão e José Pereira Godão pela Turma do Quinto; Monarco, Paulinho da Viola, Candeia e João Nogueira pela Portela.

Para realizar esse espetáculo foram convocados dois brilhantes sambistas intimamente ligados à história dessas duas escolas e bairros: Gabriel Melônio (Madre Deus/Turma do Quinto) e Diogo Nogueira (Madureira/Portela).

Nesse show Gabriel Melônio e Diogo Nogueira, interpretarão, principalmente, sambas que ficaram imortalizados na história da Turma do Quinto e da Portela e por conseqüência da Madre Deus e de Madureira.

SERVIÇO

O quê: Show "Da Madre Deus a Madureira o Samba é Azul e Branco: Gabriel Melônio e Diogo Nogueira".

Quando: 25 de agosto (sexta-feira), às 21h.

Local: Teatro Arthur Azevedo

Fala, Tio José

Minha avó já dizia: 'Quem não pode com o pote, não segura na rodilha'. Hoje se diz assim: 'Não dá pra ti, não aperreia'. Pois é, tem gente por aí se metendo a promover shows pela cidade e não cumpre com suas obrigações e acaba passando vexame e deixando o povo revoltado. Já tinham anunciado Eric Donaldson, que não veio; agora, fizeram a maior zoada com a Tribo de Jah, que veio, mas não souberam trabalhar e o show teve de ser cancelado. É de morte! Arena lotada, todo mundo na expectativa, Dj para abrir a festa, Kazamata fazendo sua parte, Beto Pereira cantando seus sucessos. Pera aí... Beto Pereira? Ele estava na divulgação? Estava no Fly? Neruá, tava nada. Vai ver, já imaginavam a bomba que teriam pela Frente e colocaram um bom nome pra fazer o show pra ver se amenizava a situação. Só sei, que foi uma tremenda falta de respeito com o público, que paga o ingresso e na hora leva um cano desse. Não sei se devolveram o dinheiro, mas tem que devolver. Para essas situações, existem seis letrinhas: Procon neles!

A Praia Grande estava bonita nessas férias, viu? Turistas de todos os cantos do mundo, moçada animada, a vida é uma festa pra lá, Chez Moi pra cá, todos os ritmos reunidos num só lugar. Viva São Luís.

Ensinar é uma arte. Passar essa arte em frente é um dom e todo professor sabe muito bem disso. Foi lastimável, revoltante e covarde, a atitude de um professor de capoeira contra um músico, sexta-feira, no Reviver. A capoeira é normalmente praticada como um esporte ou simplesmente folclore para preservar as tradições e não usada para a violência e o mestre tinha que ter essa consciência e dar esse exemplo, mas infelizmente a usou como um ato primitivo.

Paz, crianças, fiquem em paz. Até quarta.

Remake da "Quadrilha dos Sádicos" deve agradar fãs do gênero

Viagem maldita conta a história, tremendamente sangrenta, de uma família americana em férias que vira alvo de um clã de mutantes canibais.

Trabalhando com o roteiro de Wes Craven e um orçamento maior, Aja e o co-roteirista Gregory Levasseur acrescentaram à história boas doses de contexto histórico que incluem as conseqüências de testes nucleares. Eles mantiveram as performances dos atores razoavelmente naturais e acabaram por oferecer ao público uma coisa rara: um remake que consegue justificar sua existência e, ao mesmo tempo, conservar boa parte do espírito de seu predecessor.

O fruto de tudo isso é um filme de horror intensamente explícito, que pode ser demais para o estômago do espectador médio, mas deve agradar em cheio aos fãs inveterados do gênero.

O clima é criado desde o início com a seqüência de créditos iniciais, que mostra imagens de arquivos de testes de bombas nucleares e uma dose generosa de amostras de mutações anatômicas humanas. E, a partir disso, tem início a viagem malfadada da família Carter.

A família parte em viagem para a Califórnia, puxando um trailer na esteira de seu carro. Ela é chefiada pelo investigador de polícia à beira da aposentadoria "Big Bob" (Ted Levine), sua esposa Ethel (Kathleen Quinlan) e seus três filhos adultos: Lynn (Vinessa Shaw), Brenda (Emilie de Ravin) e Bobby (Dan Byrd), além do pacifista marido de Lynn, Doug (Aaron Stanford), o bebê do casal e seus dois pastores alemães, Beauty e Beast (Bela e Fera).

A graça do rock

"Você não aprende nada de uma mentira. Mesmo que você descubra uma mentira, isto apenas confirma o que você já sabia, mas se recusava a encarar". (Roger Waters, Pink Floyd)

Do Arco da velha

Você se lembra?

Vicky

A andróide Vicky (interpretada por Tiffany Brissette), tinha a aparência de uma menina de dez anos. Originalmente, foi desenvolvida para ajudar nas tarefas domésticas. Para a vizinhança, ela é filha legítima do casal Joan (Marla Pennington) e Ted Lawson (Dick Christie), o criador do robô.

Mas filho de verdade, só mesmo Jamie Lawson (Jerry Supiran), que sonha ser um astro do esporte e vive tentando escapar das garras da pequena Harriet Brindle (Emily Schulman), uma vizinha que é apaixonada pelo rapaz e não hesita em perguntar para todos: "Onde está o meu homem?".

Durante a série, Vicky sempre mete Ted e Joan em saias justas, como por exemplo, no episódio em que ela revelou que nunca come e dorme no armário. A "garota" é constantemente explorada por Jamie, que aproveita as habilidades robóticas para fugir das várias tarefas de casa.

Super Vicky estreou no Brasil dentro do extinto programa Sessão Comédia. O seriado era exibido sempre às sextas-feiras, na Rede Globo. Na década de 90, passou a ser transmitido diariamente, dentro da Tarde Maior, sempre às 15h, pela Rede Record. Foi parar nas madrugadas da emissora, até que sumiu da televisão.

Tudo de Bom

O Bar e Restaurante TdB/ Tudo de Bom, (Av. Mário Meireles, 1 - Lagoa da Jansen - ao lado do posto policial), vem atraindo um grande número de pessoas durante toda a semana, para conferir sua diversificada programação musical e aproveitar o que a casa oferece de melhor, em termos de drinks, chopps e um cardápio variado. O horário de funcionamento é sempre a partir das 18 horas, até o último cliente. Couver artístico: R$ 3. Confira a programação da semana.

QUARTA-FEIRA

20 horas: O som é por conta de Tatto Costa, 'voz e violão' com o melhor da MPB, em seguida, o músico Júnior Gaiato e Banda embalam a noite com os ritmos do jazz e blues, explorando instrumentos como gaita, sax e violão;

QUINTA-FEIRA

20 horas: MPB com a Dupla Fernanda Garcia e Paulinho Oliveira, em seguida, a Banda All Times apresenta o melhor do rock nacional e internacional dos Anos 80;

SEXTA-FEIRA

20 horas: MPB em dose dupla com Albert Abrantes e o "som de barzinho" e em seguida, Kosta Netto e Banda apresentam show acústico com repertório variado de ritmos, que vão do pop ao bumba-boi;

SÁBADO

20 horas: Rommel & Banda abrem a noite fazendo um passeio pela diversidade de ritmos brasileiros que vão do samba, bossa nova passando pelo baião, reggae, pop, entre outros, e em seguida, Sérgio Pannisch faz show acústico com sucessos da MPB.

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