Genésio Gonçalves do Nascimento e Antônia Arlene da Conceição Feitosa vão a júri popular nesta quinta-feira, 17, no município de Senador La Roque, termo judicial do município de João Lisboa. Eles são acusados do assassinato de Luís Djalma Rocha Feitosa, marido de Antônia Arlene.
Segundo informações da Secretaria Judicial, Luís Djalma Feitosa foi morto a tiros no povoado de Lagoa do Tucum, localidade próxima a Senador La Roque, na Região Tocantina. Antônia Arlene, suposta mandante, e Genésio do Nascimento, suposto autor dos disparos, teriam um caso. O crime ocorreu em 14 de julho de 2005.
O júri popular será instalado pelo juiz Flávio Roberto Ribeiro Soares, titular da Comarca de João Lisboa. A promotora de Justiça Aline Matos Pires Guerra vai atuar na acusação dos réus. Os advogados Joel Dantas e Roberto Mongelo Júnior irão atuar, respectivamente, na defesa e acusação.
Jovem é assassinado a tiros na saída do reggae
O jovem Francisco das Chagas Silva dos Santos, 19 anos, conhecido por Pezinho, foi assassinado a tiros de revólver quando saía de uma festa de reggae. O crime ocorreu na madrugada de domingo (13), por volta das 2h30m e foi praticado por Jessimar Severo de Oliveira, vulgo Taboquinha, que foi preso depois de um dia de diligências em vários povoados do município de Chapadinha, onde aconteceu o homicídio.
Segundo o delegado Regional, o assassinato ocorreu na Avenida Presidente Vargas, no centro daquela cidade. O delegado afirmou que as diligências para capturar Taboquinha tiveram início no momento do conhecimento do crime e duraram todo o dia, mas a prisão só foi concretizada por volta das 19h, no bairro Aldeia, na casa de sua namorada. Com ele, que confessou a autoria do homicídio, foi apreendida a arma do crime, um revólver calibre 38, com dois projéteis não deflagrados.
Tentativa de resgate de presos termina com três mortos no Pará
Uma tentativa de resgate de assaltantes de banco presos no PEM 3 (Presídio Estadual Metropolitano), localizado em Santa Isabel do Pará, deixou três mortos – entre eles o cabo da Polícia Militar Eron Cardoso Miranda, 33. Um grupo com 15 pessoas estava escondido nas cercanias da penitenciária, na madrugada de ontem, quando foi surpreendido por uma ronda de policiais militares. Houve troca de tiros. Além do policial, dois integrantes do grupo foram mortos. Os demais fugiram.
Segundo o capitão, as grades das celas de 15 presos estavam serradas. Os presos prestaram depoimento ontem na Delegacia de Repressão ao Crime. O PEM 3 tem capacidade para 473 presos e está, atualmente, com 465 homens.