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PM vai convocar 6900 policiais para garantir a tranqüilidade na eleição

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Data de Publicação: 16 de agosto de 2006
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POR AURELIO CARVALHO

A Polícia Militar do Maranhão vai convocar 6900 policiais para garantir a tranqüilidade da eleição deste ano. O anúncio foi feito ontem, 15, durante o convênio firmado entre Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE) e governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Segurança Pública e do comando da Polícia Militar. A assinatura aconteceu às 17h, no gabinete da presidência do TRE, e contou com a presença do desembargador Jorge Rachid, do comandante geral da PM, coronel Antonio Pinheiro Filho e do secretário de Segurança Pública, Raimundo Ferreira Marques.

De acordo com o coronel Antonio Filho, praticamente todo o efetivo da Polícia Militar estará à disposição do TRE. "Suspendemos férias e licença prévia de todos os policias. Só não vão trabalhar aqueles que estiverem hospitalizados ou com problemas de saúde", afirmou.

O coronel disse ainda, que o planejamento para a segurança da eleição vinha sendo feito nos últimos dois meses, com o objetivo de não repetir as falhas das eleições passadas. Entre as ações previstas, estão a mudança nas rotas dos ônibus, acesso às áreas aonde não chegavam policiais e melhores condições de trabalho aos militares. "Nesse último caso, o TRE estará disponibilizando carros, vans e locações para que o efetivo possa agir com maior tranqüilidade", explicou o coronel. Os policiais deverão começar a ser deslocados com, no mínimo, três dias de antecedência da eleição.

Tribunal - De acordo com o desembargador Jorge Rachid, presidente do TRE, outras mudanças ocorrerão para garantir a segurança nas urnas. Segundo ele, nos 217 municípios maranhenses, haverá um juiz de direito com seu respectivo oficial de justiça. "Esses juizes é que farão a segurança de cada juiz de zona eleitoral. Então, esperamos que esta seja a eleição mais segura de todos os tempos no Maranhão", disse o presidente do TRE.

Quanto às possibilidades de prisões, o coronel Pinheiro Filho disse que a polícia só agirá mediante a solicitação de algum juiz. "Estaremos lá para garantir segurança das eleições e sempre que formos acionados vamos tentar solucionar o problema da melhor maneira possível", concluiu.

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