AGENDA POLÍTICAPor Waldemar Terr
Repórter de Política
Palanque eletrônico
A campanha começa para valer amanhã, com o início do chamado palanque eletrônico, o horário eleitoral gratuito de rádio te televisão que vai chegar aos lares de quase todos os maranhenses.
Agora que os show-mícios estão proibidos, é através dos palanques eletrônicos que os candidatos falarão direto com os quase quatro milhões de eleitores do Estado.
Heloisa em SL
A candidata a presidente pelo PSOL, senadora Heloisa Helena, estará em São Luís, na quarta-feira, para participar de um encontro no Sindicato dos Bancários, pela manhã, e na parte da tarde, de uma caminhada pela Rua Grande, que terminará com um ato público na Praça Deodoro. Os candidatos a governador Saturnino Moreira, do PSOL, e Marcos Silva, do PSTU, deixaram as diferenças políticas de lado para tentar turbinar a candidatura da senadora.
Quase sem nada
Pelo visto, em pouco tempo não vai sobrar nada para que a Prefeitura continue a bancar a realização da feira livre do Vinhais.
Um posto de gasolina já comeu a metade do terreno e agora a Euromar começa a dar também uma beliscadona no que restou.
PQD grátis
O governador Zé Reinaldo acertou em cheio ao isentar os professores que cursam o PQD do pagamento de mensalidade.
A Raposa, por exemplo, que a prefeitura tinha coragem de cobrar dos barnabés 50 por cento do valor das mensalidades, quase cem professores serão beneficiados pela isenção dada pelo Governo do Estado, que vai atingir também os demais municípios.
Quase tudo
A deputada federal Nice Lobão (PFL) liga para dizer que já fez muito pela Raposa: cais, sedes de associação de rendeira e sindicato de pescadores e teria levado até energia elétrica para algumas comunidades.
Brincando com fogo
Alguns candidatos acham que show-mício resume-se apenas na colocação de um cantor ou banda em cima de um palanque, tanto que estão intercalando os discursos políticos, com a apresentação de grupos folclóricos, desde que seja no solo.
Depois vão dizer que filho de pobre não tem sorte.
Concentração
O eleitorado de São Luís corresponde a quase 20 por cento de todo eleitorado do Maranhão – 600 mil contra 3,3 milhões.
Daí a explicação para que os candidatos não tenham desgrudado as atenções da capital, que ganhará mais atenção ainda com o início do horário eleitoral, por conta da necessidade de ficar aqui para gravar os programas.
Inversão
Qual o motivo do lulista Flávio Dino, candidato a deputado federal pelo PCdoB, ter adotado o slogan “Maranhão justo, Brasil livre”, em vez de “Brasil Justo, Maranhão Livre?”.
Em busca de votos
O deputado estadual Max Barros tem percorrido pelo menos vinte e cinco municípios em campanha, em busca de votos para se reeleger.
Em São Luís, Max Barros vem dedicando tempo também à realização de atividades de campanha em diversos bairros, principalmente naqueles que fez obras quando foi gerente Metropolitano.
Mostrando a cara
Se os famosos estão tentando esconder os sobrenomes, os menos fazem questão de mostrar, a exemplo da candidata a deputada Karla Sarney, que tem exibido sem cerimônia o parentesco em vistosos adesivos.
Em campanha
O jornalista Márcio Jerry, candidato a deputado estadual pelo PT, grava durante a semana as primeiras das oito participações que terá no horário eleitoral gratuito de rádio e TV.
Estes dias intensifica também a campanha pela região tocantina, principalmente em Imperatriz, onde foi secretário municipal, com um ato público.
Apelação
Já tem tucano emplumado e alguns pefelistas com saudades da ditadura militar falando em impeachment de Lula, se o presidente se reeleger.
Sambaíba
Quem mostrou prestígio político com a passagem do candidato a governador pela Frente de Libertação, Jackson Lago, por Sambaíba, foi o ex-candidato a prefeito Benerrur Coutinho, que participou das atividades de campanha que Jackson fez no município.
Benerrur aposta na vitória de Jackson em Sambaía e garante que está trabalhando junto com as demais lideranças da oposição local para assegurar isso.
Lombo de jumento
De quem comprou carro em dezembro, a Secretaria de Fazenda do Estado não lançou o valor do IPVA a tempo porque os documentos já estariam prontos em janeiro. Só que se passaram seis meses e até hoje nada foi lançado, e o incauto do consumidor só sabe disso quando vai buscar o documento no Detran, já tendo pagado os outros tributos; então tem que ir ao balcão da Sefaz “pedir” que o valor seja devidamente lançado, já que por lá as coisas parecem andar ainda no lombo de jumento. Enquanto isso, o incauto tem que arcar com juros e multas.
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