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Dizem por aí...
The Doors, (As Portas):
O nome The Doors veio de uma conversa de Jim Morrison com seu companheiro de quarto na UCLA. Discutindo nomes para uma imaginária banda de rock, eles concordaram que uma boa escolha seria Doors, que vem de um poema de William Blake: “Há coisas que são sabidas e há coisas desconhecidas entre as portas”.
Silvério Pontes e Zé da Velha lançam CD 'Só Pixinguinha'
CHORO NA ILHA
O circo da cidade vira reduto do choro, no próximo dia 18, a partir das 21h, com o show “Só Pixinguinha”, da dupla Zé da Velha e Silvério Pontes. A dupla é considerada pela mídia nacional especializada como a “menor big band do mundo” pela riqueza de sonoridade. O trombonista Zé da Velha e o trompetista Silvério Pontes são acompanhados por netinho Albuquerque no pandeiro, Alessandro Cardozo no cavaquinho e Charles da Costa no Violão.
A parceria de Zé da Velha e Silvério Pontes já ultrapassa os 20 anos, rendendo cinco discos: “Só Gafieira”, que recebeu indicação para o nono Prêmio Sharp de Música na categoria instrumental; “Tudo dança”, que foi indicado como um dos melhores da série instrumental pelo jornal O Globo em 1999 e “Ele e Eu”, lançado em 2000 e recebendo a indicação de um dos melhores CDs do ano. Em 2004 foi lançado o primeiro CD gravado ao vivo, tendo como palco o teatro Municipal de Niterói com a participação de Luiz Melodia, Dona Ivone Lara, Rildo Hora e Zé Paulo Baker. O quinto disco, novíssimo, foi lançado pela gravadora Biscoito Fino. Com o título “Só Pixinguinha”, nem precisa ressaltar a paixão do grupo pelo mestre do choro.
O show contará com participações especiais de instrumentistas e chorões da ilha, como o “Grupo Tira Teima”, o “flautista Serra de Almeida”, o violonista Luís Júnior e a cantora Lena Machado.
O evento marca a retomada das atividades do Clube do Choro do Maranhão e tem a produção do sociólogo e radialista Ricarte Almeida Santos que há 16 anos produz e apresenta o Programa Chorinhos e Chorões. O programa vai ao ar todos os domingos, às nove da manhã.
SERVIÇO
O quê: show “Só Pixinguinha”
Quem: Zé da velha e Silvério Pontes com participações especiais
Onde: Circo da Cidade
Horário: 21h
Dia: 18 de agosto
Contato: Ricarte Almeida 9152 1331/3221 2216
Uma Estrela a Mais
Esse é o título do CD da cantora Kathya Vieira, nascida em São Luís e que iniciou sua carreira musical cantando em corais, sendo o último o da Universidade Federal do Maranhão (Ufma). Com o patrocínio da Taguatur e da empresa Maranhense, por meio da lei de incentivo cultural, o álbum é o primeiro trabalho de Kathya e reúne 11 faixas com o mais puro pop romântico. A produção é de Henrique Duailibe.
Todas as 11 canções são composições próprias da cantora e o título do CD, “Uma Estrela a Mais”, é uma homenagem ao Maranhão. A música de trabalho é a faixa 1 “Mais uma Canção” que já está sendo trabalhada em várias rádios de São Luís e à venda em todas as lojas do ramo, como a Music Play.
Kathya Vieira está há três meses na lista dos dez sites mais visitados do gênero Brasil no site palcomp3, que possui mais de 4.300 artistas independentes inscritos, entre cantores e bandas. Sua música está sendo divulgada há quatro meses na Internet em alguns sites italianos, ocupando o top 10 de todos eles, exemplo o settenote e o musicity. Mais informações e shows: (98) 8814 4347 e katiasvieira@hotmail.com
EM CARTAZ
Zuzu Angel com Patrícia Pillar chega aos cinemas
Um dos lançamentos mais aguardados do cinema nacional este ano, Zuzu Angel, de Sérgio Rezende, resgata a história da estilista mineira Zuleika Angel Jones (1921-1976), interpretada pela atriz Patrícia Pillar.
Sem nunca ter sido militante política, Zuzu, como era conhecida profissionalmente, teve sua vida transformada em pesadelo depois que seu filho, Stuart Angel Jones (Daniel Oliveira), entrou na luta armada, foi preso em 1971, época da ditadura militar, e desapareceu, para nunca mais ser visto.
A luta da mãe para saber a verdade sobre o destino do filho levou-a inclusive a recorrer a personalidades internacionais, como o então secretário de Estado americano Henry Kissinger. O motivo era que Stuart, filho de um americano, tinha também essa nacionalidade.
Como resultado de sua pressão, que expunha a face mais dura do regime militar dentro e fora do país, a estilista acabou morrendo num acidente de carro, em 1976, no mesmo túnel no Rio de Janeiro que hoje leva seu nome.
Para compor o roteiro, que assina juntamente com Marcos Bernstein, co-roteirista de Central do Brasil , Rezende revela que recorreu aos depoimentos da jornalista Hildegarde Angel, filha de Zuzu, de Elke Maravilha, sua modelo e amiga, bem como à sua própria experiência.
Nascido em 1951, o diretor tinha um amigo chamado Beto, que foi preso de repente. “Ele era motorista da Aliança Libertadora Nacional, um movimento de guerrilha, nos assaltos a banco que eles faziam. E eu não sabia de nada”, conta.
Sérgio Rezende acredita que seu filme permite reavaliar a importância da figura de sua protagonista: “Na época, os militantes políticos faziam restrições a ela porque não militava em movimento nenhum, nem na Anistia Internacional. Hoje reconhecem que, sozinha, Zuzu conseguia mobilizar o mundo inteiro”.
Alguns personagens secundários contribuem para completar o clima da época, basicamente entre o ano de 1971 e 1976, morte da estilista. Eles são especialmente Sonia Angel (Leandra Leal), mulher de Stuart que também foi presa e morta; Elke Maravilha (Luana Piovani), sua modelo; Heleno Fragoso (Alexandre Borges), o advogado que representava a estilista; e militares da repressão, como os vividos por Othon Bastos e Flávio Bauraqui.
A graça do rock
“Pré-1989, eu praticamente transei com todo mundo. Eu tinha que arranjar meu café da manhã”. (Courtney Love)
Você se lembra?

Rin Tin Tin era uma série sobre um cão que acompanhava uma unidade da cavalaria dos EUA. O melhor amigo de Rin Tin Tin era o cabo Rusty, um garoto que perdeu os pais em um ataque dos índios e foi adotado pela corporação, se tornando uma espécie de mascote. Sempre que havia algum problema e Rusty necessitava da ajuda de seu amigo canino ele gritava (“Yo ho Rinty!”). Todos viviam em um forte apache, no Arizona.
O primeiro Rin Tin Tin surgiu em 1922 e foi sucedido por outros dois cães Pastor Alemão (German Shepherds) na série de TV. O Rin Tin Tin original morreu em 1932.
O canal de TV ABC estreou em 1959 uma nova série com o personagem que ficou no ar até 1961 e outro canal, a CBS, retonou com a mesma série em 1962, mantendo-a no ar até setembro de 1964.
O veterano ator James L. Brown (não confundir com o cantor de soul) foi convocado em 1976 para fazer as aberturas da série em que havia participado nos anos 50. A série voltou ao ar mais uma vez com sucesso de público.
Nos anos 80 e 90 uma grande quantidade de filmes foram feitos, todos inspirados no primeiro grande cão ator da TV americana, Rin Tin Tin. Surgiram os filmes da série K9 (Canine) e K9 Cop entre outros.
Recital “Mozart”
no Arthur Azevedo
Há 250 anos nascia na cidade de Salzburgo (Áustria) a 27 de janeiro de 1756, um dos maiores gênios da música: W. A Mozart. Nesta oportunidade, em que o mundo reverencia à sua música, no chamado Ano Mozart, a Escola de Música do Maranhão e a Universidade Federal do Maranhão apresentam Recital Mozart, no dia 16 de agosto às 20h, no Teatro Arthur Azevedo. No palco, prestando sua homenagem ao ilustre compositor estarão os cantores Simão Amaral, Fátima Espírito Santo, Lívia Correia, Lúcia Correia, Thinael Silva e Evaldo Carvalhos; bem como o Coral Arte-Canto, a Orquestra da Emem e as pianistas Rose Mary Fontoura, Andréia Lucia Rodrigues e Ana Neuza Araújo.
As festividades de comemoração do Ano Mozart começaram este ano, oficialmente, na Europa, a partir do dia 27 de janeiro, data do nascimento do compositor. Todas as homenagens serão encerradas no dia 05 de dezembro, data de sua morte.
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