Madeira destaca Aderson como a “realidade nova” das eleições
O deputado federal e presidente regional do PSDB, Sebastião Madeira, destacou o candidato tucano ao governo do Estado, deputado Aderson Lago, como a “realidade nova” da campanha eleitoral no Maranhão. “O Aderson é preparado, conhece os problemas de sua terra, tem postura e uma biografia política que o credencia como um nome de respeito nestas eleições”, declarou.
De acordo com Sebastião Madeira, as posições assumidas pelo deputado Aderson Lago, ao longo de sua vida pública, tornam-se ainda mais evidentes se comparadas ao comportamento de uma classe política que se deixou marcar pelo grau de subserviência ao poder político que há 40 anos ditas as regras no Maranhão, provocando injustiça e exclusão social. “Por tudo isso, pela coerência que tem norteado a sua atuação como deputado estadual nesses quatro mandatos, o Aderson surge como um elemento novo no cenário eleitoral”.
Para Sebastião Madeira, o tom da campanha deve seguir a linha de sinceridade do candidato, mostrando ao povo as potencialidades do Maranhão ainda não exploradas, o que pode ser feito e o que deixou de ser feito – por omissão ou de forma deliberada. “Nosso discurso de campanha deve ser propositivo, trazendo expectativas e esperanças de que o Maranhão possa dar um salto de desenvolvimento”.
Para jornalista, Congresso permanecerá parado até novembro
O repórter Fábio Zanini, 30, da Sucursal de Brasília, disse que o eleitor não deve esperar pela conclusão da votação de vários projetos que estão em andamento no Congresso. Segundo ele, o recesso branco --que começou hoje-- deve adiar as votações para novembro.
"O recesso vai até a eleição. Ou seja, o Congresso só deve ficar cheio de novo em novembro", disse Zanini, que participou nesta quinta-feira de um bate-papo sobre recesso parlamentar.
De acordo com o jornalista, a votação de vários projetos ficará pendente por conta do recesso --período em que "a Câmara teoricamente está aberta, mas não se vota nada", segundo Zanini. Entre os projetos que ficarão engavetados durante o recesso está o que regulamenta o Fundeb e a nova lei das microempresas.
Zanini lembrou que a votação do pacote da segurança pública também ficará na fila de pendências enquanto durar o recesso. "Há vários projetos de segurança parados. Um deles muda a Lei de Execuções Penais, tornando mais duro o cumprimento das penas. Outro obriga advogados a serem revistados ao entrarem em presídios, impedindo que levem celulares para presos, por exemplo."
Segundo ele, a ferramenta de protesto da população contra o recesso parlamentar é o voto. "Ao cidadão comum cabe escolher bem o deputado ou senador. E punir os que não trabalham não os elegendo."