Policiais militares prenderam, na manhã de ontem, na rua Dom Pedro II (centro de Imperatriz), uma quadrilha que já vinha sendo monitorada pelo serviço velado da PM. Com os assaltantes Eneilson Pedrosa de Melo (morador de Buritirana); Adonias Orlando Rocha (de Senador La Rocque) e Rivadávila de Andrade (de Jacundá, Pará) foram apreendidos um carro Golf, dois coletes à prova de balas, armas de uso privativo do Exército, farta munição e R$ 1.030.
Os assaltantes são acusados de cometer vários assaltos na região tocantina maranhense e em outros estados. Rivadávila de Andrade já foi preso no Pará e cumpriu pena na penitenciaria de Pedrinhas (São Luís). Ele é o principal suspeito de ter matado o policial militar Robson Alves Ribeiro, 33, no assalto à agência dos Correios em Amarante, no dia 16 de outubro passado. De acordo com a polícia, Rivadávila confessou ter participado de assaltos no Pará, no Maranhão, no Tocantins e no Ceará, mas negou ter participado do assalto em Amarante. Adonias Orlando Rocha disse que não tem nada a ver com a quadrilha, mas não conseguiu explicar como as armas foram parar dentro do carro. O comando da PM de Imperatriz mantém em sigilo uma fita com imagens do assalto de Amarante. As imagens serão analisadas pela Policia Federal e comparadas com a fisionomia dos assaltantes.
É 12!
Os organizadores da “Festa do 12” – que pretende ser uma confraternização entre todos aqueles que, de uma forma ou de outra, colaboraram para a libertação do Maranhão, elegendo Jackson Lago governador em 29 de outubro – comunicam que a celebração mudou de local. A festança foi transferida da Beira-Rio para a Praça Brasil. A data e a hora seguem as mesmas: sábado, 25, a partir das 19h.
Um dos organizadores da festa, Reginaldo Santana, explicou que a transferência de local se deu porque, coincidentemente, já estava marcado um evento evangélico na Beira-Rio, no sábado à noite. A “Festa do 12”, que promete ser um “réveillon” antecipado em Imperatriz, terá a presença de várias bandas.
Delação premiada
O delegado Rodson Almeida, responsável pelas investigações sobre o assassinato do advogado Valdecy Rocha, ocorrido em novembro do ano passado em Imperatriz, afirmou ontem que ofereceu a chamada “delação premiada” a Gilvan Pereira Varão, de 41 anos, acusado de ser o pistoleiro que matou o advogado.
Para o delegado, agora que a “casa caiu”, com até mesmo os suspeitos de serem os mandantes presos (a ex-mulher de Valdecy, Irani Vieira da Rocha, 52, e seu advogado/amante Alexandre Moura Lima Neto, 28), Gilvan poderia estar propenso a aceitar benefícios previstos na lei (como redução da pena).
Em troca, Gilvan “abriria” para a polícia os nomes do piloto da moto que supostamente o auxiliou na fuga e do agenciador do “serviço”, além de confirmar a participação de Irani e Alexandre na trama que resultou no assassinato de Valdecy Rocha.
Seminário na Ufma
A Universidade Federal do Maranhão - Ufma (“campus” de Imperatriz), por meio do curso de Pedagogia e do Centro Acadêmico “Paulo Freire”, promove, no período de 4 a 8 de dezembro, o I Seminário de Educação do Sul Maranhense, cujo tema central é “Formação de Professores, Política e Gestão da Educação Básica”.
As inscrições podem ser feitas até o dia 1º de dezembro, nos turnos da manhã, tarde e noite, no Centro Acadêmico de Pedagogia da Ufma.
Os preços são: R$ 30 (estudantes) e R$ 40 (profissionais). Mais informações podem ser obtidas na Ufma ou pelos telefones (99) 3524 6200; (99) 8126 0465; (99) 9984 1133 e (98) 9973 4660.
Concurso em S. Pedro
O Ministério Público, representado pelo promotor de Justiça, Marcos Valentin Pinheiro Paixão, e a Câmara Municipal de São Pedro da Água Branca assinaram, no último dia 16, um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), com o objetivo de regularizar a situação do funcionalismo público daquele poder. De acordo com o documento, a Câmara Municipal, por meio da sua presidente, Noeme Antunes de Souza, se compromete a realizar concurso público para preencher cargos efetivos do Poder Legislativo, conforme reza o artigo 37, II da Constituição Federal. Todos os servidores admitidos ou nomeados, que ocupam cargos efetivos, sem o devido concurso público deverão ter seus contratos rescindidos e/ou serem exonerados. O termo estabelece que todo o procedimento referente ao concurso, em especial as nomeações dos candidatos aprovados e classificados, deve ser concluído até o dia 30 de abril de 2007.