Por Waldemar Terr - Repórter de Política (wter@uol.com.br)
O novo prefeito de Buriti Bravo, João Leocádio, afirmou ontem que as primeiras medidas que adotou, nesses dois iniciais meses de administração, foram voltadas para as áreas de saúde, educação e limpeza pública. O prefeito disse também que está pagando os servidores em dia, ao contrário do que fazia o administrador anterior, e que tem desenvolvido uma série de medidas para enfrentar o período de chuvas. Leocádio explicou que, como a topografia da cidade é irregular, com altos e baixos, a Prefeitura vem sendo obrigada a agir constantemente para recuperar ruas e fazer proteções para evitar acidentes em função da passagem da água pluvial.
Aos poucos, segundo o prefeito, a administração vai ganhando dinâmica e o maior número possível de ações sendo desenvolvido. Na área de educação, por exemplo, João Leocádio disse que são cerca de 100 povoados, a maioria distante, grande parte sem escolas e que o município precisa atender. As escolas que existem estão sendo preparadas para receber os alunos e uma delas ampliada, de três para oito salas, e no futuro o prefeito pretende reformar todas e construir outras unidades. O déficit do setor seria de pelo menos 20 salas de aula.
Na área de saúde, o prefeito colocou o hospital para funcionar, agora com médico diariamente e está implantando também o Programa Saúde da Família PSF), que antes não funcionava plenamente. João Leocádio garantiu que vai reformar também os postos de saúde e ampliar a capacidade do hospital público, que estava sem condições de atendimento. O Ministério da Saúde, na última auditoria, por exemplo, tinha apontado o hospital com infrações graves e o fornecimento de AIH’s está suspenso por conta de ações desastradas da administração anterior.
Um setor para o qual a nova administração voltou também as atenções foi o de limpeza pública. O prefeito revelou que a cidade está sendo limpa de forma sistemática, com a destinação do lixo coletado. A próxima investida da nova administração será na área da iluminação pública. Leocádio garantiu que todos os prédios públicos estavam sem condições de funcionar, assim como os serviços prestados não eram de qualidade ou nem existiam.